Taxistas “legais” usurpam usuários em Macapá

Chico Terra

É praxe em Macapá taxistas não passarem troco e tudo ficar porisso mesmo. Uma corrida de R$ 8,00 paga com dez reais, quase sempre nunca o passageiro vê os dois reais de  troco e se há reclamação, ainda tratam as pessoas com grosseria.

Mas as práticas ilícitas não param por aí. Esta manhã, solicitei ao serviço de rádio taxi, uma unidade às 6:30 da manhã. Antes de adentrar o veículo, já estava o taxímetro ligado em bandeira dois, que por lei funciona das dez as seis da manhã em dias úteis como uma quinta-feira. Reclamei com o taxista que supondo que eu ignorasse a lei, disse que a bandeira 1 começava as oito e não as seis. Eu disse que ia averiguar e fazer uma reclamação junto a empresa de rádio taxi, o que fiz ao deixar a viatura com a promessa que o caso seria levado ao conhecimento do dono da empresa.

Práticas assim desqualificam toda uma categoria que vive reclamando da invasão de taxis ilegais na cidade que além de cobrar mais barato, tratam as pessoas com respeito e dignidade, coisas esquecidas pelo ditos motoristas profissionais. Se tratam dessa forma desrespeitosa os usuários locais, de que forma lidarão com turistas que vêm visitar o estado?

Esses cidadãos precisam urgentemente se reciclar para que possam ganhar a credibilidade perdida junto aos usiários e fazer valer seus próprios direitos, pois, se não respeitam os alheios, como cobrar para si esses mesmos direitos?

Outra pergunta: Onde estão os órgão de derfesa do consumidor para coibir esses abusos?

Chico Terra

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