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Ifap: Câmpus Macapá divulga lista de segunda chamada no Processo Seletivo 2012

O Instituto Federal do Amapá (Ifap) divulgou nesta sexta-feira (13/1) a lista de segunda chamada dos candidatos do Processo Seletivo 2012 no câmpus Macapá. Ao todo, 101 candidatos classificados estão sendo convocados. A matrícula dos aprovados na primeira chamada terminou na quinta-feira (12/1) e os que não compareceram perderam automaticamente a vaga.

Para os cursos técnicos integrados ao ensino médio, estão sendo chamados 82 candidatos, divididos entre os cursos de Alimentos (19), Mineração (25), Edificações (17) e Redes de Computadores (21). Nos cursos técnicos subsequentes, 19 candidatos estão sendo convocados, dos cursos de Alimentos (6), Mineração (5), Edificações (4) e Redes de Computadores (4).
A matrícula será entre os dias 16 e 18 deste mês, no câmpus Macapá, localizado provisoriamente na avenida Duque de Caxias, 60, bairro Central, horário das 8 às 11h30 e das 14h às 17h30.


Laranjal do Jari
– No câmpus Laranjal do Jari, a segunda chamada de candidatos será feita somente entre os dias 8 e 10 de fevereiro, por conta da prorrogação do período de matrículas dos aprovados na primeira chamada. Os alunos que fazem parte da rede pública de ensino fundamental do município de Laranjal do Jari e que ainda estão concluindo seus estudos devido ao atraso no calendário letivo 2011 podem se matricular até o dia 7 de fevereiro.

Confira aqui a lista de segunda chamada do câmpus Macapá

Documentação necessária para a matrícula
– Certidão de Nascimento (original e cópia)
– Carteira de Identidade (original e cópia)
– Ficha de Matrícula (disponível na secretaria escolar)
– CPF (original e cópia)
– 3 fotos 3×4
– Comprovante de residência
– Certificado de Alistamento Militar e/ou Reservista – obrigatório para homens maiores de 18 anos (original e cópia).
– Título de Eleitor e comprovante de votação da última eleição – obrigatório para maiores de 18 anos (original e cópia).
– Histórico Escolar e Certificado de Conclusão do Ensino Fundamental (original e cópia) – para candidatos aprovados para os cursos técnicos na forma integrada que concorreram as vagas em ampla concorrência.
– Histórico Escolar e Certificado de Conclusão do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental (original e cópia) para candidatos aprovados para os cursos técnicos na forma integrados e que concorrerem às vagas destinadas as cotas.
– Histórico Escolar e Certificado de Conclusão do Ensino Médio (original e cópia) – para candidatos aprovados para os cursos técnicos na forma subsequente que concorreram às vagas em ampla concorrência.
– Laudo médico emitido por especialista, descrevendo e atestando o tipo e o grau de necessidades especiais (para portadores de necessidades especiais que concorreram às vagas destinadas às cotas).
– Documento ou certidão emitido por órgão oficial que ateste sua condição como indígena (para candidatos indígenas que concorreram as vagas destinadas às cotas).

Sobre Chico Terra

A la Glauber Rocha, o genial visionário do Cinema Novo que tinha uma câmera na mão e uma idéia na cabeça, Chico Terra tinha há 14 anos um velho computador, uma câmera fotográfica e uma inquietação invulgar, que o ofício de músico não dava conta de sossegar. Chico, é preciso esclarecer, é observador de esquina, desses que repara imagens, muitas imagens, em fração de segundos. Tornou, por isso, o passatempo de fotógrafo – cultivado em Minas Gerais desde os anos 1970, quando ainda era operário da Fiat – em profissão. Pois não é que o Chico operário-fotógrafo-músico, decidiu virar, desculpem o palavrão, webdesigner. Desenhou e pôs no ar, em 11 de novembro de 2000, o Amapá Busca. Desde então, eremita na mesmíssima casa onde nasceu e à qual voltou após a longa temporada mineira, Chico divide atenção entre sobreviver sem o conforto de bens materiais e prestar inestimável serviço à cultura do Amapá. Pelo sítio de Chico, já passaram seguramente todos os músicos amapaenses – a quem dedica admirável amizade e intransigente defesa. Já passaram, também, por conta dessa fidelidade, manifestações indignadas contra gente que, vendo artista com vassalo, insiste em relegar a democratização da cultura ao segundo plano ou a reservar o primeiro plano a uns poucos protegidos. Amapaense da gema, Chico cria e encampa teses, reclama e elogia, exibe rico acervo fotográfico e dá voz, não raro sendo ele mesmo porta-voz, à divergência. Já deve ter sido confundido com ativista político submisso a alguma legenda, coisa que efetivamente nunca foi. Na verdade, Chico tem lado, não sabe ficar em cima do muro e opina muito, agradando a gregos e chateando a troianos. Num cantinho da casa que o seu Antonio Almeida construiu nos anos 1930, ao lado de uma janela que joga a luz da manhã no recinto, está o computador velho de guerra do múltiplo Chico. É ali que, quase sempre alta madrugada, em missão solitária, o operário-fotógrafo-músico-repórter senta para escrever, feliz, páginas de seu tempo. Vida longa, pois, Chico Terra! (Euclides Farias)

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