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Programação da solenidade de Corpus Christi já está definida

O Vicariato 2 da Diocese de Macapá, que compreende as paróquias Beato João Piamarta, da zona Oeste, Nossa Senhora de Fátima e Jesus de Nazaré, já definiu a programação para a festa de Corpus Christi, que será no dia 7 de junho.

Para celebrar solenemente o mistério da Eucaristia – sacramento do Corpo e Sangue de Jesus Cristo – a liturgia da solenidade será fundamentada no tema “Eucaristia e Vida” e no lema “Quem come deste pão viverá eternamente”.

Missa, às 9h, na Igreja Santa Maria e São João Evangelista, no bairro Cabralzinho, seguida de adoração ao Santíssimo Sacramento, marca o início das atividades. No final da adoração, às 15h, uma carreata percorrerá os bairros Marabaixo 1, 2 e 3 e chegará às 16 horas na Igreja Nossa Senhora de Fátima, onde será celebrada a Missa campal presidida por Dom Pedro José Conti, às 17h.

Logo após a celebração, sairá a procissão pela Av. Cora de Carvalho, seguindo pela Rua Hamilton Silva, Avenida FAB, Rua Jovino Dinoá, Avenida vereador José Tupinambá (antiga Nações Unidas), Rua Leopoldo Machado até Igreja Jesus de Nazaré. A bênção final será na quadra da Paróquia.

Corpus Christi é palavra latina que significa Corpo de Cristo. É celebrado nos países católicos sempre numa quinta-feira, em referência à Quinta-feira Santa, quando Jesus reunido com seus apóstolos, na última ceia, abençoou e transformou o pão e o vinho no seu corpo e no seu sangue, instituindo assim o sacramento da Eucaristia.

No ano passado, a festa de Corpus Christi foi organizada pelo Vicariato 1 nas paróquias da região Norte de Macapá. A cada ano, a solenidade se realiza em um dos seis vicariatos para dar oportunidade a todas as comunidades e paróquias de se envolverem ativamente na realização desta festa, considerada uma das mais importantes para a Igreja Católica.

Vicariato é parte da estrutura de uma Diocese que une as paróquias mais próximas geograficamente, com a finalidade de descentralizar os trabalhos pastorais e para que a ação evangelizadora aconteça na Diocese de forma mais organizada.

Graça Penafort

Pastoral da Comunicação

Serviço:

Solenidade de Corpus Christi

Dia 7 de junho

Realização: Vicariato 2

Padre Valdomiro de Morais – Paróquia Beato João Piamarta – 9131-0466/ 3261-1660

Padre Paulo Roberto Matias – Paróquia Jesus de Nazaré – 8124-0052

Padre Railson Carneiro – Paróquia de Nossa Senhora de Fátima – 3222-0963

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Sobre Chico Terra

A la Glauber Rocha, o genial visionário do Cinema Novo que tinha uma câmera na mão e uma idéia na cabeça, Chico Terra tinha há 14 anos um velho computador, uma câmera fotográfica e uma inquietação invulgar, que o ofício de músico não dava conta de sossegar. Chico, é preciso esclarecer, é observador de esquina, desses que repara imagens, muitas imagens, em fração de segundos. Tornou, por isso, o passatempo de fotógrafo – cultivado em Minas Gerais desde os anos 1970, quando ainda era operário da Fiat – em profissão. Pois não é que o Chico operário-fotógrafo-músico, decidiu virar, desculpem o palavrão, webdesigner. Desenhou e pôs no ar, em 11 de novembro de 2000, o Amapá Busca. Desde então, eremita na mesmíssima casa onde nasceu e à qual voltou após a longa temporada mineira, Chico divide atenção entre sobreviver sem o conforto de bens materiais e prestar inestimável serviço à cultura do Amapá. Pelo sítio de Chico, já passaram seguramente todos os músicos amapaenses – a quem dedica admirável amizade e intransigente defesa. Já passaram, também, por conta dessa fidelidade, manifestações indignadas contra gente que, vendo artista com vassalo, insiste em relegar a democratização da cultura ao segundo plano ou a reservar o primeiro plano a uns poucos protegidos. Amapaense da gema, Chico cria e encampa teses, reclama e elogia, exibe rico acervo fotográfico e dá voz, não raro sendo ele mesmo porta-voz, à divergência. Já deve ter sido confundido com ativista político submisso a alguma legenda, coisa que efetivamente nunca foi. Na verdade, Chico tem lado, não sabe ficar em cima do muro e opina muito, agradando a gregos e chateando a troianos. Num cantinho da casa que o seu Antonio Almeida construiu nos anos 1930, ao lado de uma janela que joga a luz da manhã no recinto, está o computador velho de guerra do múltiplo Chico. É ali que, quase sempre alta madrugada, em missão solitária, o operário-fotógrafo-músico-repórter senta para escrever, feliz, páginas de seu tempo. Vida longa, pois, Chico Terra! (Euclides Farias)

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