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Campanha contra paralisia infantil encerra nesta sexta-feira

Em Santana, meta era imunizar 10.464 crianças menores de cinco anos. Mais de sete mil doses já foram aplicadas

A Campanha Nacional de Vacinação Contra a Paralisia Infantil encerra nesta sexta-feira (6). No Amapá 59.683 mil crianças já foram vacinadas, o que representa 84,42% do total de zero a cinco anos. No município de Santana, das 10.464 crianças a serem vacinadas, 7.776 já receberam a dose, o que corresponde a 74,31% de cobertura vacinal. A vacina continua disponível em mais de dez Unidades de Saúde do município.

De acordo com dados do último Boletim do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde. A Secretaria Municipal de Saúde de Santana já vacinou 1.708 crianças menores de um ano de idade, alcançando 82,35%% de cobertura vacinal. Já as crianças com um ano de idade, foram vacinadas 1.469 (70,83%), 1.435 crianças de dois anos (67,88%), 1.529 crianças com três anos (73,09%) e 1.635 com quatro anos (77,49%), totalizando 7.776 crianças menores de cinco anos imunizadas.

“Pedimos aos pais que ainda não levaram seus filhos na Unidade de Saúde, para que fiquem atentos ao prazo que encerra nesta sexta-feira (6). Levem a carteirinha de vacinação para que seja atualizada. A vacinação contribui com prevenção da doença e garante a saúde das crianças” ressaltou a diretora do Departamento de Imunização de Santana, Socorro Lopes.

Em 2011, o resultado da campanha foi considerado positivo, o município de Santana vacinou 10.603 crianças, correspondendo a 101,33% de cobertura vacinal. Já na segunda etapa conseguiu imunizar 11.788 crianças, representando 102,7% de cobertura.

Poliomielite

Também conhecida como paralisia infantil, a doença é transmitida pelo poliovírus e a infecção ocorre principalmente por via oral. Na maioria das vezes, a criança infectada não morre, mas adquire lesões que afetam o sistema nervoso e provocam paralisia, principalmente nos membros inferiores. A doença é considerada erradicada no país desde o início dos anos 1990. O último caso registrado no Brasil foi em 1989 e no continente americano em 1991, no Peru.

Confira alguns postos de vacinação em Santana

Unidade de Saúde Ilha de Santana

Centro de Saúde Área Portuária

Posto de Saúde Antonio Serieiro

Centro de Convivência Açucena

Unidade de Saúde Igarapé da Fortaleza

Unidade de Saúde Dr. Iaci Alcantara

Unidade de Saúde Parque das Laranjeiras

Unidade de Saúde Jardim do Paraíso

Centro de Referência em Saúde da Mulher

Policlínica Dr.Alberto Lima

 

COMUC/PMS

Sobre Chico Terra

A la Glauber Rocha, o genial visionário do Cinema Novo que tinha uma câmera na mão e uma idéia na cabeça, Chico Terra tinha há 14 anos um velho computador, uma câmera fotográfica e uma inquietação invulgar, que o ofício de músico não dava conta de sossegar. Chico, é preciso esclarecer, é observador de esquina, desses que repara imagens, muitas imagens, em fração de segundos. Tornou, por isso, o passatempo de fotógrafo – cultivado em Minas Gerais desde os anos 1970, quando ainda era operário da Fiat – em profissão. Pois não é que o Chico operário-fotógrafo-músico, decidiu virar, desculpem o palavrão, webdesigner. Desenhou e pôs no ar, em 11 de novembro de 2000, o Amapá Busca. Desde então, eremita na mesmíssima casa onde nasceu e à qual voltou após a longa temporada mineira, Chico divide atenção entre sobreviver sem o conforto de bens materiais e prestar inestimável serviço à cultura do Amapá. Pelo sítio de Chico, já passaram seguramente todos os músicos amapaenses – a quem dedica admirável amizade e intransigente defesa. Já passaram, também, por conta dessa fidelidade, manifestações indignadas contra gente que, vendo artista com vassalo, insiste em relegar a democratização da cultura ao segundo plano ou a reservar o primeiro plano a uns poucos protegidos. Amapaense da gema, Chico cria e encampa teses, reclama e elogia, exibe rico acervo fotográfico e dá voz, não raro sendo ele mesmo porta-voz, à divergência. Já deve ter sido confundido com ativista político submisso a alguma legenda, coisa que efetivamente nunca foi. Na verdade, Chico tem lado, não sabe ficar em cima do muro e opina muito, agradando a gregos e chateando a troianos. Num cantinho da casa que o seu Antonio Almeida construiu nos anos 1930, ao lado de uma janela que joga a luz da manhã no recinto, está o computador velho de guerra do múltiplo Chico. É ali que, quase sempre alta madrugada, em missão solitária, o operário-fotógrafo-músico-repórter senta para escrever, feliz, páginas de seu tempo. Vida longa, pois, Chico Terra! (Euclides Farias)

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