Notícias, Política

Clécio 50 é recebido com carinho na região do Pacuí

Fernando França – Clécio no Pacui

O candidato a prefeito Clécio 50 (PSOL), da coligação Unidade Popular, visitou no final de semana as comunidades de São Joaquim, Santa Luzia, Liberdade, Tracajatuba I, São Francisco – todas na região do Distrito do Pacuí e Distrito do Maruanum. Durante as visitas, Clécio 50 ouviu e viu de perto sobre o abandono em que vivem essas comunidades.

Escolas sucateadas, estradas e ramais em estado de abandono, balneários sem condições de receber banhistas, postos de saúde que não atendem as necessidades da população local. Em todas as comunidades, Clécio 50 ouviu do povo que representa a esperança para a construção de uma vida melhor nas regiões do interior município de Macapá.

A principal reclamação dos moradores é quanto a falta de atenção dos governos estadual e municipal em relação às condições da estrada AP 70 e as estradas vicinais (ramais) que interligam as comunidades do Distrito do Pacuí, estas sob a responsabilidade do Município de Macapá. Clécio 50 disse que a falta de manutenção da estrada e dos ramais é o reflexo imediato da ausência do poder público na região, o que afeta diretamente a estrutura básica do de saúde, educação e o fluxo de mercadorias do setor produtivo.

Faltam creches, escolas, postos de saúde, remédios, enfermeiros e professores. Os moradores reclamam que o atual prefeito de Macapá nunca visitou as localidades depois que foi eleito. “Vivemos em total estado de abandono”, reclamou um dos moradores durante a reunião na localidade de Tracajatuba I. O governo do estado também tem contribuído para o abandono da região quando não faz a manutenção da estrada AP 70.

A falta de água potável vem se tornando um dos maiores dramas dos moradores da região do Pacuí. Outro problema grave é a precariedade no escoamento da produção agrícola. A Prefeitura de Macapá não compra a produção para ser usada na merenda escolar. Quando exerceu o cargo de secretário de educação do estado, em 1998, Clécio 50 determinou a compra da produção agrícola da região para ser destinada à merenda escolar.

Em Maruanum debate com Clécio 50 abandono do distrito

Abandonados pelo governo e pela prefeitura, moradores do Distrito do Maruanum manifestaram sua indignação contra a falta de políticas públicas para a localidade. O drama que vive o Distrito de Pacuí também está instalado no Maruanum. Falta estrutura na saúde, na educação e na agriculta. Os produtores locais reivindicam patrulhas mecanizadas para o tratamento das áreas de cultivo.

Um problema inerente aos dois distritos é a falta de apoio ao setor turístico. Para Clécio 50 é essencial para o desenvolvimento econômico das comunidades que o turismo seja desenvolvido através de planejamento e investimentos. “É uma atividade econômica limpa, que não degrada o meio ambiente e agrega valor às riquezas naturais já existentes”, disse Clécio 50.

Fernando França

Ascom/Campanha Clécio 50

Sobre Chico Terra

A la Glauber Rocha, o genial visionário do Cinema Novo que tinha uma câmera na mão e uma idéia na cabeça, Chico Terra tinha há 14 anos um velho computador, uma câmera fotográfica e uma inquietação invulgar, que o ofício de músico não dava conta de sossegar. Chico, é preciso esclarecer, é observador de esquina, desses que repara imagens, muitas imagens, em fração de segundos. Tornou, por isso, o passatempo de fotógrafo – cultivado em Minas Gerais desde os anos 1970, quando ainda era operário da Fiat – em profissão. Pois não é que o Chico operário-fotógrafo-músico, decidiu virar, desculpem o palavrão, webdesigner. Desenhou e pôs no ar, em 11 de novembro de 2000, o Amapá Busca. Desde então, eremita na mesmíssima casa onde nasceu e à qual voltou após a longa temporada mineira, Chico divide atenção entre sobreviver sem o conforto de bens materiais e prestar inestimável serviço à cultura do Amapá. Pelo sítio de Chico, já passaram seguramente todos os músicos amapaenses – a quem dedica admirável amizade e intransigente defesa. Já passaram, também, por conta dessa fidelidade, manifestações indignadas contra gente que, vendo artista com vassalo, insiste em relegar a democratização da cultura ao segundo plano ou a reservar o primeiro plano a uns poucos protegidos. Amapaense da gema, Chico cria e encampa teses, reclama e elogia, exibe rico acervo fotográfico e dá voz, não raro sendo ele mesmo porta-voz, à divergência. Já deve ter sido confundido com ativista político submisso a alguma legenda, coisa que efetivamente nunca foi. Na verdade, Chico tem lado, não sabe ficar em cima do muro e opina muito, agradando a gregos e chateando a troianos. Num cantinho da casa que o seu Antonio Almeida construiu nos anos 1930, ao lado de uma janela que joga a luz da manhã no recinto, está o computador velho de guerra do múltiplo Chico. É ali que, quase sempre alta madrugada, em missão solitária, o operário-fotógrafo-músico-repórter senta para escrever, feliz, páginas de seu tempo. Vida longa, pois, Chico Terra! (Euclides Farias)

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