Amazônia, Cidades, Política

Clécio 50: “Macapá precisa de líder e não de dono”

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A frase acima foi dita por Clécio Prefeito 50, durante reunião no bairro Perpétuo Socorro, promovida pelo candidato a vereador Paulo Eduardo 43456. Clécio esclarecia que nessa campanha luta contra os candidatos do poder econômico, um deles no comando da prefeitura e outra representando o governo do estado. “Chegou a hora de falar a verdade para o povo, de transformar a cidade num local onde a população tenha orgulho e se sinta bem em viver”, disse Clécio 50.

Durante a reunião Clécio avaliou que o abandono da cidade pela prefeitura faz com que a população se torne descrente, desesperançosa. “As pessoas não querem mais ser enganadas. O povo está cansado de ver o político ganhar a eleição falando uma coisa e depois fazer outra. O prefeito tem que cuidar da cidade. Macapá precisa de líder e não de dono”, disse Clécio 50.

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Numa conversa franca, direta, Clécio 50 mostrou que as eleições municipais são as mais importantes para o dia-a-dia da população. Ele ressaltou que além de ser preciso eleger um prefeito comprometido com a cidade, é necessário também eleger vereadores comprometidos com o desenvolvimento dela. “O prefeito e os vereadores são os políticos mais próximos da população”, lembrou.

A cidade é a nossa casa

Clécio 50 é um político que mostra ternura e amor por Macapá. Para ele, quando uma administração vai mal, não consegue resolver os problemas da cidade, a vida de todos vira um caos. “Vejam como estão as nossas ruas, a coleta precária de lixo, o trânsito desordenado, os postos de saúde sem condições de funcionamento. Isso acontece quando o prefeito e a maioria dos vereadores não tem compromisso”, considerou.

É preciso entender a cidade como a casa de todos. Para isso Clécio perguntou aos presentes: “Imagine se você deixasse a sua casa para alguém tomar conta, além de dinheiro para essa pessoa fazer a manutenção da casa. Aí, quando você volta, encontra a casa bagunçada, quebrada, abandonada e percebe que aquele dinheiro deixado para a manutenção sumiu, ou foi desviado. Você entregaria a chave para essa mesma pessoa outra vez?”.

“Macapá é a nossa casa, e se a nossa casa vai mal, a nossa vida vai mal, ficamos desmotivados, perdemos a autoestima”, explicou Clécio 50 reafirmando a necessidade de eleger alguém que tenha amor pela cidade e que esteja preparado para tomar conta dela com responsabilidade e compromisso com os seus verdadeiros donos, o povo.

Shopping Popular

Durante a conversa que manteve com os moradores do bairro Perpétuo Socorro, Clécio 50 citou exemplos do que não deve ser feito na cidade. Um deles é o “camelódromo” da Rua Antônio Coelho de Carvalho. Clécio 50 sempre apoiou a luta dos empreendedores populares que foram retirados dos seus locais e jogados no meio da rua porque o a prefeitura não fez a remoção dos mesmos com planejamento. O mesmo aconteceu com os feirantes do centro da cidade, de onde a prefeitura os retirou com o pretexto de construir o shopping popular, mas não construiu e os abandonou no meio da rua, “embaixo de sol e chuva”, indignou-se Clécio 50.

O próximo prefeito precisa trabalhar junto com a população, tanto planejando o que vai fazer, quanto investindo naquilo que a população decidir. Para ele, é preciso ter firmeza na administração e generosidade com o povo, só assim a gestão municipal encontrará sintonia com a sociedade.

Ascom/Campanha

Fernando França

Sobre Chico Terra

A la Glauber Rocha, o genial visionário do Cinema Novo que tinha uma câmera na mão e uma idéia na cabeça, Chico Terra tinha há 14 anos um velho computador, uma câmera fotográfica e uma inquietação invulgar, que o ofício de músico não dava conta de sossegar. Chico, é preciso esclarecer, é observador de esquina, desses que repara imagens, muitas imagens, em fração de segundos. Tornou, por isso, o passatempo de fotógrafo – cultivado em Minas Gerais desde os anos 1970, quando ainda era operário da Fiat – em profissão. Pois não é que o Chico operário-fotógrafo-músico, decidiu virar, desculpem o palavrão, webdesigner. Desenhou e pôs no ar, em 11 de novembro de 2000, o Amapá Busca. Desde então, eremita na mesmíssima casa onde nasceu e à qual voltou após a longa temporada mineira, Chico divide atenção entre sobreviver sem o conforto de bens materiais e prestar inestimável serviço à cultura do Amapá. Pelo sítio de Chico, já passaram seguramente todos os músicos amapaenses – a quem dedica admirável amizade e intransigente defesa. Já passaram, também, por conta dessa fidelidade, manifestações indignadas contra gente que, vendo artista com vassalo, insiste em relegar a democratização da cultura ao segundo plano ou a reservar o primeiro plano a uns poucos protegidos. Amapaense da gema, Chico cria e encampa teses, reclama e elogia, exibe rico acervo fotográfico e dá voz, não raro sendo ele mesmo porta-voz, à divergência. Já deve ter sido confundido com ativista político submisso a alguma legenda, coisa que efetivamente nunca foi. Na verdade, Chico tem lado, não sabe ficar em cima do muro e opina muito, agradando a gregos e chateando a troianos. Num cantinho da casa que o seu Antonio Almeida construiu nos anos 1930, ao lado de uma janela que joga a luz da manhã no recinto, está o computador velho de guerra do múltiplo Chico. É ali que, quase sempre alta madrugada, em missão solitária, o operário-fotógrafo-músico-repórter senta para escrever, feliz, páginas de seu tempo. Vida longa, pois, Chico Terra! (Euclides Farias)

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