Pororoca Literária conduz público da Flap pelo universo da história e transformações

No segundo dia da programação Pororoca Literária, dentro da "Feira do Livro do Amapá (Flap), Leitura e Sustentabilidade", o público percorreu por várias gerações e culturas até chegar à atualidade. As atividades ocorreram na Escola de Administração Pública (EAP), nesta terça-feira, 29.

Foram debatidos temas nas mesas-redondas e palestras com escritores e jornalistas amapaenses e de outros estados. O dia iniciou com a palestra do jornalista Elson Martins, do Acre, que explanou sobre as revoluções no período de sua juventude, compartilhando as mudanças ocorridas com o passar dos anos. Elson foi testemunha de grandes acontecimentos históricos que auxiliaram na organização dos povos da floresta.

"A Crônica de Viagens e o Encanto das Terras Distantes" foi a temática trabalhada pelo professor Antônio Munhoz Lopes e pela jornalista Vânia Beatriz, de Roraima. Os palestrantes mostraram ao público o encanto de outras culturas através de experiências vivenciadas, como a viagem feita pelo professor Munhoz até a China e a experiência da jornalista Vânia pela França.

"Nós nos preparamos para conhecer o novo, abrimos nosso coração para o que iremos encontrar, e o que trazemos são as memórias a serem compartilhadas", ressalta a jornalista Vânia Beatriz.

Rogério Andrade, de Minas Gerais, escritor com mais de 90 livros publicados, alguns traduzidos em vários idiomas, palestrante e contador de histórias, e Lenice Gomes, de Pernambuco, escritora, licenciada e bacharel em História, especialista em Literatura Infanto-juvenil, apresentaram em suas palestras "A Literatura Infantil e a Formação do Leitor". Também ressaltaram a importância do incentivo à leitura no processo de alfabetização, de forma envolvente e natural, fazendo com que o hábito da leitura seja interessante para as crianças e seja levado para a vida toda.

Todas as palestras tinham como objetivo principal mostrar que é possível levar a literatura para todas as áreas da vida, oportunizando a interação com outros saberes e trabalhando o espírito de equipe como um gancho motivador que seduz, revive e integra o conhecimento.

Rúbia Duarte/Seed

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