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Acidente mata quatro pessoas na linha amarela no Rio de Janeiro

acidente rioRIO – Um caminhão basculante derrubou uma passarela na Linha Amarela, altura de Pilares, na manhã desta terça-feira. Segundo a concessionária Lamsa, responsável pela via expressa, o acidente deixou pelo menos quatro mortos e quatro feridos. Ao menos três carros, incluindo um táxi placa KPP 5943, e uma moto foram esmagados na queda da estrutura. Bombeiros trabalham no resgate das vítimas e na retirada da passarela. Os feridos, entre eles o motorista do caminhão que provocou o acidente, foram levados para as seguintes unidades: um para o Hospital municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, um para o Hospital Federal de Bonsucesso, na Zona Norte da cidade, e um, de helicóptero, para o Hospital estadual Alberto Torres, em São Gonçalo. Ainda não há informações sobre o hospital para onde a quarta vítima foi levada. A concessionária Lamsa informou ainda que os dois sentidos da via expressa estão interditados.

Entre os mortos estão duas pessoas que estavam em cima da passarela no momento do acidente. Por conta do acidente, um carro chegou a cair em um valão próximo à passarela. Ao menos uma pessoa foi retirada do veículo. Segundo testemunhas, a caçamba do caminhão, que seria da empresa Arco da Aliança, que de acordo com o site da prefeitura ela seria credenciada pela Comlurb, estava levantada antes de colidir na estrutura, que fica entre as saídas 4 e 5. Procurada pelo GLOBO, a empresa não quis se pronunciar, mas informou que enviou um advogado e outro representante para o local.

O acidente ocorreu por volta das 9h15m. A Linha Amarela, que chegou a ficar totalmente fechada, foi parcialmente liberada por volta das 10h30m nos dois sentidos para liberar o tráfego preso na via, na Zona Norte e na Zona Oeste. Embora o local do acidente ainda esteja isolado, no sentido Barra, os acessos da Avenida Brasil e da Linha Vermelha foram abertos, com tráfego operando até Bonsucesso, com desvio para a Avenida dos Democráticos. O objetivo da operação nesse sentido é liberar o tráfego na Avenida Brasil, engarrafado desde Irajá.

ACOMPANHE O TRÂNSITO NO RIO

Já no sentido Centro, o tráfego está liberado no acesso pela Avenida Ayrton Senna, operando até a altura da Avenida Dom Hélder Câmara, para onde o fluxo é desviado. O trânsito também está parado na via, com reflexos na Cidade de Deus. Segundo o secretario municipal de Transportes, Carlos Roberto Osorio, motoristas devem evitar a região:

- Essa medida é emergencial para liberar o tráfego na região e para quem já estava preso nos acessos à via. Motoristas não devem seguir para a Linha Amarela, e sim evitar a região. As melhores opções ainda são a Grajaú-Jacarepaguá e o Alto da Boa Vista.

A concessionária Metrô Rio informou que, devido ao fechamento da Linha Amarela, a venda de bilhetes das linhas 611 e 614 está suspensa temporariamente.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/linha-amarela-quatro-morrem-apos-caminhao-derrubar-passarela-11423063#ixzz2rhSIUKQ9

Sobre Chico Terra

A la Glauber Rocha, o genial visionário do Cinema Novo que tinha uma câmera na mão e uma idéia na cabeça, Chico Terra tinha há 14 anos um velho computador, uma câmera fotográfica e uma inquietação invulgar, que o ofício de músico não dava conta de sossegar. Chico, é preciso esclarecer, é observador de esquina, desses que repara imagens, muitas imagens, em fração de segundos. Tornou, por isso, o passatempo de fotógrafo – cultivado em Minas Gerais desde os anos 1970, quando ainda era operário da Fiat – em profissão. Pois não é que o Chico operário-fotógrafo-músico, decidiu virar, desculpem o palavrão, webdesigner. Desenhou e pôs no ar, em 11 de novembro de 2000, o Amapá Busca. Desde então, eremita na mesmíssima casa onde nasceu e à qual voltou após a longa temporada mineira, Chico divide atenção entre sobreviver sem o conforto de bens materiais e prestar inestimável serviço à cultura do Amapá. Pelo sítio de Chico, já passaram seguramente todos os músicos amapaenses – a quem dedica admirável amizade e intransigente defesa. Já passaram, também, por conta dessa fidelidade, manifestações indignadas contra gente que, vendo artista com vassalo, insiste em relegar a democratização da cultura ao segundo plano ou a reservar o primeiro plano a uns poucos protegidos. Amapaense da gema, Chico cria e encampa teses, reclama e elogia, exibe rico acervo fotográfico e dá voz, não raro sendo ele mesmo porta-voz, à divergência. Já deve ter sido confundido com ativista político submisso a alguma legenda, coisa que efetivamente nunca foi. Na verdade, Chico tem lado, não sabe ficar em cima do muro e opina muito, agradando a gregos e chateando a troianos. Num cantinho da casa que o seu Antonio Almeida construiu nos anos 1930, ao lado de uma janela que joga a luz da manhã no recinto, está o computador velho de guerra do múltiplo Chico. É ali que, quase sempre alta madrugada, em missão solitária, o operário-fotógrafo-músico-repórter senta para escrever, feliz, páginas de seu tempo. Vida longa, pois, Chico Terra! (Euclides Farias)

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