Projeto de Panificação do Sebrae encerra 2014 com oficina de produção de panetone

Com inovações em sabores, a oficina possibilita geração de renda e faturamento extra, nas festas de finais de ano

Jorge Abreu

Colaboração de Nelma Pires

O Sebrae no Amapá, por meio do Projeto de Panificação Profissional de Macapá e Santana, promove oficina de produção de panetones, em celebração ao término das ações de 2014 e as festas de finais de ano. Com a parceria da empresa Casa do Sorveteiro, a Oficina de Panetones conta com a participação do cheff e consultor técnico, Elias Barbosa.

Na oficina, os participantes aprendem novas técnicas de fabricação de panetones e roscas natalinas. Os ensinamentos são aliados às noções de higiene e boas práticas, a fim de produzir um alimento saudável, de qualidade e atraente aos olhos e ao paladar.

Segundo a gestora do Projeto de Panificação Profissional de Macapá e Santana, Nelma Pires, as festas de finais de ano exigem inovação no segmento alimentício de padarias e a representação do tema natalino nesses alimentos, momento oportuno para crescimentos em vendas de produtos.

“Nesta época do ano, há uma demanda muito grande por produtos típicos e que simbolizam o Natal. Essa é uma excelente oportunidade para alavancar as vendas, conquistar clientes e encantar àqueles que amamos com produtos feitos artesanalmente e com características regionais, além de ser um momento ímpar para desenvolver uma nova habilidade para quem deseja obter uma renda extra com a confecção de uma das receitas natalinas mais apreciadas: o panetone”, explica a gestora do Projeto de Panificação Profissional de Macapá e Santana, Nelma Pires.

Objetivo da Oficina de Panetone é a inovação com opções de sabores diferenciados, com foco na competitividade e capacitação da mão-obra. A oficina ocorreu em 29 de novembro, das 8h às 12h, no Centro de Treinamentos da Casa do Sorveteiro.

Origem do Panetone

A lenda em torno da criação remonta ao ano de 900 e conta que o humilde assistente de padeiro Toni, após ter trabalhado horas a fio na véspera de Natal, precisava ainda assar mais uma fornada de pães e preparar uma torta para seu chefe. De tão exausto que estava, confundiu-se e colocou as uvas passas da torta na massa de pão.

Desesperado, ele tentou salvar a situação jogando frutas cristalizadas, manteiga, ovos e os demais ingredientes do recheio que seriam usados originalmente na torta. Toni assou a mistura e entregou para o patrão.

O que o assistente não esperava era que sua criação fizesse sucesso durante a ceia de Natal de seu chefe, que, além de elogiá-lo, decidiu homenageá-lo e dar o nome à massa de "pane di Toni" ("Pão do Toni", na tradução do italiano). Com o passar do tempo, o bolo começou a ser chamado de panetone.

Fonte: Revista Exame

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