Movimento Mãos Limpas expõe motivos para saída da Câmara e solicita nova data para pronunciamento

O pronunciamento do Movimento Mãos Limpas que estava marcado para o dia 17 não ocorreu por conta das graves ameaças a integridade física dos componentes da organização

O primeiro problema enfrentado pelos membros do Movimento Mãos Limpas se deu na hora em que chegaram à Câmara dos Vereadores, pois se depararam com os portões fechados e sob a ordem do presidente da casa não puderam entrar. Após muitos minutos em frente ao portão foi dada ordem aos guardas municipais para que permitissem a entrada do Movimento conquanto, ao entrar no plenário foram violentamente hostilizados por dezenas de apoiadores do prefeito de Macapá, identificados pelo presidente da Câmara como componentes “da base do PDT”.

Apesar de toda provocação e ofensas propaladas contra o MML, os coordenadores e colaboradores mantiveram-se tranquilos e passivos, no entanto um grupo de militantes mais exaltados, após terem hostilizados todas as manifestações dos vereadores da oposição ao prefeito, dirigiram sua ira sobre os coordenadores do movimento social. Com dedos em riste e punhos cerrados os apoiadores de Roberto Góes partiram para cima do MML, e somente não materializaram seu intento devido a rápida intervenção dos poucos guardas municipais presentes.

Considerando as graves ameaças a integridade física dos membros do movimento, os coordenadores optaram por se retirar da sessão e protocolar novo pedido para que outra data fosse estabelecida para que o Movimento, e a sociedade por este representada, voltassem a ocupar a tribuna daquela casa de leis. O Of 17/11MML foi protocolado no dia 23 de fevereiro e até a presente data nenhuma resposta foi enviada aos coordenadores da organização.

Movimento Mãos Limpas

Twitter: @mmaoslimpas

Movimento Mãos Limpas expõe motivos para saída da Câmara e solicita nova data para pronunciamento

O pronunciamento do Movimento Mãos Limpas que estava marcado para o dia 17 não ocorreu por conta das graves ameaças a integridade física dos componentes da organização

O primeiro problema enfrentado pelos membros do Movimento Mãos Limpas se deu na hora em que chegaram à Câmara dos Vereadores, pois se depararam com os portões fechados e sob a ordem do presidente da casa não puderam entrar. Após muitos minutos em frente ao portão foi dada ordem aos guardas municipais para que permitissem a entrada do Movimento conquanto, ao entrar no plenário foram violentamente hostilizados por dezenas de apoiadores do prefeito de Macapá, identificados pelo presidente da Câmara como componentes “da base do PDT”.

Apesar de toda provocação e ofensas propaladas contra o MML, os coordenadores e colaboradores mantiveram-se tranquilos e passivos, no entanto um grupo de militantes mais exaltados, após terem hostilizados todas as manifestações dos vereadores da oposição ao prefeito, dirigiram sua ira sobre os coordenadores do movimento social. Com dedos em riste e punhos cerrados os apoiadores de Roberto Góes partiram para cima do MML, e somente não materializaram seu intento devido a rápida intervenção dos poucos guardas municipais presentes.

Considerando as graves ameaças a integridade física dos membros do movimento, os coordenadores optaram por se retirar da sessão e protocolar novo pedido para que outra data fosse estabelecida para que o Movimento, e a sociedade por este representada, voltassem a ocupar a tribuna daquela casa de leis. O Of 17/11MML foi protocolado no dia 23 de fevereiro e até a presente data nenhuma resposta foi enviada aos coordenadores da organização.

Movimento Mãos Limpas

Twitter: @mmaoslimpas

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