Esquema do “mensalinho” marcou início do governo Waldez Góes (Parte 1)

Texto publicado em tabloide local no domingo, 29 de julho, sob o título “Camilo vai gastar mais de R$ 4,8 milhões em propaganda”, escancara uma estratégia comumente empregada pelos opositores do atual governo: tentar nivelá-lo (por baixo) com o ex-governo Waldez Góes (PDT) por meio de falsas reportagens veiculadas em jornais, emissoras de rádio e TV controladas por desafetos políticos do governador Camilo Capiberibe (PSB).
Observadores atentos têm chamado a atenção para a manobra de atribuir à gestão atual as malfeitorias que foram cometidas no Amapá entre 2003 e 2010, principalmente em relação aos gastos exorbitantes com propaganda feitos no governo passado, cujos recursos eram canalizados e distribuídos pela agência de publicidade Amazoon – Sistema de Comunicação, do publicitário carioca Paracy Negreiros.
O estratagema é atribuir ao governo pessebista as mazelas perpetradas pelo antecessor de Camilo e que por oito anos foram minimizadas pela Imprensa “chapa-branca”. Ou seja, trata-se do mesmo recurso defendido pelo ex-ministro da Fazenda do governo Itamar Franco, Rubens Ricupero, durante entrevista ao jornalista Carlos Monforte: “o que é bom a gente fatura, o que é ruim a gente esconde”. Durante oito anos, parte da Imprensa regiamente paga escondeu, como pôde, os males infringidos ao povo amapaense pelo governo Waldez Góes.
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