Empreendedora se formaliza pelo Projeto Negócio a Negócio do Sebrae

Com mais de cinco anos na informalidade, no ramo de alimentação, Francisca Cardoso encontra uma ferramenta do Sebrae que aproxima o cliente da Instituição, cria um relacionamento baseado numa linguagem simples e que mostra soluções diretas ao negócio

Lívia Almeida

O Projeto Negócio a Negócio visa orientar empreendedores em gerenciamento empresarial, possibilitando o crescimento da empresa. É um programa de atendimento nacional e que o Sebrae no Amapá aderiu para criar relacionamento com o cliente. Assim, ao invés do cliente se deslocar até ao Sebrae, o Sebrae vai até ao cliente.

Com o objetivo de atender mais de 2.500 empreendedores em 2012, o Programa de Atendimento Negócio a Negócio é gratuito e proporciona um direcionamento ao empreendedor. Mais informações no site: www.sebrae.com.br e pelo número: 0800-570-0800.

Por meio deste projeto, a empreendedora Francisca Ângelo Cardoso, recebeu a visita de agentes do projeto e agora chega ao Sebrae para saber como formalizar seu negócio. “Eu tenho mais de cinco anos no ramo de alimentação com lanchonete, quero me formalizar e ampliar minha empresa; dar mais condições para os meus clientes; ter uma qualidade de vida melhor. Eu acredito que o Sebrae pode me ajudar, por isso estou procurando a Instituição”, disse a empresária Francisca Cardoso.

De acordo com a gestora de projetos do Sebrae, Mayara dos Santos, com o incentivo dos agentes do Programa de Atendimento Negócio a Negócio, proprietários de Micro Empresa e Empreendedores Individuais, recebem orientações para melhorar a gestão de seus negócios e buscar sempre o apoio do Sebrae. “Entre os empreendedores visitados, nos dedicamos também a atender os que ainda estão com a empresa informal; que o negócio funciona em endereço residencial e são ambulantes, para estes, reforçamos a importância de legalizar a empresa, como é o caso da dona Francisca”, informa a gestora Mayara dos Santos.

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Para Mayara, o caso de Francisca, que tem uma lanchonete, estar na informalidade gera dificuldades diversas, como as fiscalizações dos órgãos de controle estaduais e municipais; não poder compra e vender com Nota Fiscal e assim ser impedida de ampliar sua empresa. “O nosso agente, prestou o atendimento, realizou o diagnóstico empresarial, apresentou soluções Sebrae e indicou que ela procurasse a Instituição. É esse o nosso papel, buscar aproximação com o empresário e ofertar solução adequada a cada empreendimento”, explica a gestora de projetos do Sebrae, Mayara Santos.

A empresaria Francisca relata que a vontade de receber apoio do Sebrae sempre existiu, mas não sabia como proceder: “Sempre tive vontade de procurar, de ir até ao Sebrae para me informar. Através dos agentes foi mais fácil para eu receber orientação e procurar a empresa. Se não fosse esses agentes me visitarem, eu não ia saber”, declara Francisca Cardoso.

A proprietária da lanchonete recomenda o Sebrae para o empreendedor que tem vontade de crescer e expandir seu negócio, mas que não conhece as ferramentas necessárias para isso. “Eu recomendo e vou recomendar o Sebrae”, afirma a empresária, Francisca Cardoso.

Agentes Negócio a Negócio

O Sebrae tem uma equipe de 16 agentes atuando nos atendimentos pelo Programa Atendimento Negócio a Negócio, visitando empresas em Macapá, Santana, Amapá, Tartarugalzinho e Pracuúba. Hoje, ele é a ferramenta que o Sebrae tem mais aproxima o cliente da Instituição, algo que cria um relacionamento baseado em uma linguagem simples, que mostra soluções diretas ao negócio.

“O agente de orientação é o elo entre o empreendedor e o Sebrae, que objetiva esclarecer nossa atuação, pois ainda, é grande, o número de empreendedores que acreditam que o Sebrae só presta orientação à grandes empresas e não é, nosso público são os proprietários de micro e pequenas empresas”, finaliza a gestora de projetos do Sebrae, Mayara dos Santos.

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