Na Tessalônica e no Ariri #Clecio50 constata que educação está reprovada

Foi um domingo (23) para constatar que a educação do município está reprovada. Andando pelas comunidades da Tessalônica e do Ariri, #Clecio50 encontrou uma realidade de abandono e descaso com crianças e adolescentes que sonham com uma nova Macapá. Na Tessalônica a Escola da Comunidade não possui sequer tranca na porta das salas de aula. Dentro das salas, cadeiras e mesas quebradas e sujas, janelas despencando e infiltrações por todo o lado.

“As vezes a gente pensa que o teto vai cair na nossa cabeça. Isso prejudica nosso aprendizado. Quando chove, entra água dentro da sala e quando está muito quente, convivemos com a poeira” desabafou Denise Almeida, de 17 anos que cursa o segundo ano do 2º grau na escola.

E não é somente a escola que está em péssimas condições. O Posto de Saúde da comunidade não recebe qualquer tipo de reforma desde 1994, ano em que foi inaugurado. O período eleitoral estabelece um novo cenário para eles. De acordo com os moradores, uma enfermeira foi enviada para atuar no Posto há três meses. A estrada de acesso em péssimas condições há anos recebeu o serviço de máquinas nas últimas semanas. Mas o povo de Macapá não se engana. É o caso de Cinéa da Costa, moradora da Tessalônica. “Eu já trabalhei na prefeitura e sei que eles obrigam a gente a colocar bandeira. Se não votar neles a gente não presta. Mas eu vou apostar no Clécio para que nossa vida melhore de verdade”, diz ela.

O Ariri está cansado de promessas: No Ariri o problema é ainda maior. A escola estadual do Ariri, que atende quase 50 crianças, foi destruída por um incêndio há 7 anos. Desde o incidente, as aulas são ministradas no Centro Comunitário do local. O local não possui nenhuma estrutura para isso e esse problema faz com que 4 turmas funcionem no mesmo espaço, coordenadas por apenas dois professores. Um formato de aulas multiseriada.

O líder da comunidade, Marciliano Miranda Barbosa, demostrou na conversa com Clécio a revolta dos moradores do Ariri. “Nós temos problemas sérios e estamos aqui a espera de alguém que nos conte a verdade, porque de palavras mentirosas nós estamos cansados”, disse ele. A comunidade onde hoje vivem 42 famílias está em um terreno de quatro quilômetros que ainda não é legalizado e aguarda uma solução por parte da administração municipal. A prefeitura resolveu esquecer-se das famílias, e legalizou de forma "discriminatória" apenas a área da escola.

“Esta comunidade não tem desenvolvimento social, sobretudo. Apesar de seu enorme potencial turístico, o Ariri padece de ações que possam impulsionar a geração de emprego e renda para a comunidade”. #Clécio50 deixou bem claro que não foi à comunidade fazer promessas, e sim conhecer os problemas e pedir a confiança dos moradores para que ele possa administrar Macapá e solucionar esses problemas.

Clécio tem propostas claras para a educação que incluem a construção e a reforma de novas escolas, além da realização de concurso público nesta área. A atual administração não construiu nenhuma escola nova em Macapá durante os quatro anos de adminsitração. “Existem recursos para isso, basta vontade política, e isso nós temos” finalizou Clécio.

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