Sesa contabiliza 2,2 mil atendimentos de saúde no arquipélago do Bailique

A ação Mais Saúde, realizada na última sexta-feira, 28, no arquipélago do Bailique, contabilizou cerca de 2, 2 mil atendimentos de saúde destinados à população da localidade, principalmente às famílias residentes nas duas maiores comunidades: Vila Progresso e Macedônia. Os atendimentos ocorreram durante a reunião de revisão do PPA Participativo, coordenado pelo Governo do Estado, mecanismo que elege com prioridade as demandas aprovadas pela própria comunidade.

Durante a ação, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) ofereceu atendimento com consultas médicas nas áreas de pediatria, ginecologia, oftalmologia, dermatologia, clínico geral e odontologia. Um dos serviços mais procurados pela população do Bailique foi na área de oftalmologia, com 131 atendimentos, dos quais nove indicaram para tratamento de catarata.

Os profissionais de saúde também disponibilizaram serviços de verificação de pressão arterial, teste de glicemia, teste rápido para HIV, sífilis e hepatite B, além dos serviços de farmácia, massoterapia, ouvidoria do SUS e o exame de PSA.

A secretária de Estado da Saúde, Olinda Araújo, considerou a ação positiva. Para ela, os atendimentos demonstram o quanto a população do arquipélago é carente de serviços de saúde, considerados básicos.

Olinda Araújo aproveitou para anunciar que o Mais Saúde estará em todas as reuniões de revisão do PPA Participativo, que percorrerá os 16 municípios do Estado. Ela antecipou que neste segundo semestre de 2013, a Sesa irá realizar ações de atendimentos de saúde nos bairros de Macapá, principalmente nos mais distantes do centro urbano da capital, onde os serviços de saúde são mais escassos.

Satisfação dos usuários

Para a estudante Vanessa Tavares Magalhães, 18 anos, mãe da pequena Evellyn Tavares Lacerda, de um ano e três meses, a ação foi importante. Ela aproveitou a presença dos médicos na Vila Progresso para consultar a filha com o pediatra, se consultar com o ginecologista e o marido com o dermatologista.

A professora Denise dos Santos Figueiredo, vice-diretora da Escola Bosque do Bailique, também aprovou a ação. “A maior demanda aqui é na área da saúde, existe apenas um médico que permanece 15 dias no arquipélago e 15 dias em Macapá”.

A doméstica Marta Maria Souza Farias, 24 anos, foi outra que esperava ansiosa pelos atendimentos médicos. “Espero que ações desse tipo ocorram outras vezes aqui em nossa comunidade”.

Edy Wilson Silva/Sesa

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