Escolas do NAE 2 fazem chamada pública para aquisição de produtos da agricultura familiar

O Estado do Amapá já está cumprindo a Lei nº 11.947, que determina que no mínimo 30% da merenda escolar sejam comprados diretamente de agricultores familiares. Os diretores do Núcleo de Ação Educacional (NAE) 2 se reuniram para conhecer e experimentar os produtos que serão utilizados na alimentação das escolas, a partir do segundo semestre.

A diretora da Escola Estadual Deusuite Cavalcante, Maria de Fátima, ressaltou que o momento é histórico. “É muito importante termos essa conexão com os agricultores para oferecermos a alimentação regionalizada e, com certeza, nossas crianças irão saborear uma refeição mais nutritiva e de qualidade”, enfatizou

Durante a demonstração, ficaram expostos produtos como: mamão, melancia, banana, laranja, abacaxi, verduras, polpas de frutas, camarão, farinha e o tradicional açaí. Todos produzidos no Amapá.

A secretária de Estado da Educação, Elda Araújo, elogiou a qualidade dos produtos fornecidos pela agricultura familiar. “O objetivo é atender as necessidades nutricionais dos alunos durante sua permanência na escola, contribuindo para o crescimento, o desenvolvimento, a aprendizagem e o rendimento escolar dos estudantes, assim como promover a formação de hábitos alimentares saudáveis”, destacou.

Algumas escolas estaduais já praticam mais do que 30% da alimentação escolar oriundos da agricultura familiar. A Secretaria de Estado da Educação está trabalhando para que todas as instituições tenham a mesma atitude. O dinheiro é repassado às escolas, que se encarregam de adquirir os produtos através de chamadas públicas. Pais, mestres e os próprios funcionários das escolas fiscalizam os gastos.

Adryany Magalhães/Seed

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