Baiuca

90% do Estado do Amapá adere o Programa Mais Médico do Governo Federal

Quatorze municípios do Estado do Amapá aderiram ao programa federal “Mais Médicos”, segundo dados do Ministério da Saúde, apenas Serra do Navio e Porto Grande não participaram dessa primeira etapa que contou com 3.511 municípios inscritos.

O programa “Mais Médico” do governo federal abre cerca de 10 mil vagas para médicos brasileiros e estrangeiros que têm como principal objetivo levar a assistência médica em lugares onde existe a falta destes profissionais, principalmente em municípios do interior e periferias de grandes cidades, a fim de fortalecer o atendimento na Atenção Básica.

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) já apresentou ao Ministério da Saúde a necessidade do governo do Amapá em contratar cerca de 260 médicos para suprir a carência em todos os municípios do Estado.

Além da contratação de mais médicos, o programa objetiva maior investimento em infraestrutura para a área da saúde. Serão mais recursos para a construção, reforma e ampliação de hospitais, unidades de pronto atendimento (UPAs), unidades básicas de saúde (UBS) e mais aquisição de equipamentos.

O Governo do Estado do Amapá já está intensificando ampla melhoria para a área da saúde, através de reformas em sua rede hospitalar como as do Hospital de Clínicas Alberto Lima (Hcal) e Hospital da Criança e do Adolescente (HCA), compras de equipamentos e a contratação de mais profissionais da saúde, através do cadastro reserva do concurso público da saúde realizado no primeiro semestre de 2012.

De acordo com o programa federal também serão criadas 11.447 novas vagas para o curso de medicina em todas as regiões do Brasil até 2017.

A Secretária de Estado da Saúde, Olinda Araújo, destaca a importância do programa para os municípios que possuem carência por médicos. “Fortalecer a atenção básica é um dos principais objetivos do governo, e esse programa vem contribuir para melhorar a saúde do povo amapaense e principalmente diminuir as desigualdades da assistência médica em regiões distantes da capital” afirma Olinda.

Mauro Santos/Sesa

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