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Vigilância em Saúde mantém controle sobre chikungunya e evita que a doença se espalhe no Estado

A Coordenadoria de Vigilância em Saúde (CVS), da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), trabalha intensamente para garantir êxito no Plano de Ações que vem sendo executado há cinco meses no município de Oiapoque a fim de evitar que a febre chikungunya se espalhe pelo Amapá.

Desde que a doença foi diagnosticada, a CVS, em conjunto com Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Exército e prefeituras, tem trabalhado e colocado em prática todas as medidas necessárias de combate ao mosquito vetor da doença, o Aedes aegypti, o mesmo que transmite a dengue.

Segundo a coordenadora da CVS, Angélica Lima, as tarefas incluídas no Plano de Ações, elaborado pela Sesa, vão desde campanhas de prevenção até a assistência às pessoas vítimas da doença. Dentre elas destaca-se mobilização e controle do vetor, ações educativas e de eliminação de criadouros nas residências e o trabalho integrado com os municípios responsáveis pelo combate ao mosquito.

Outra medida importante que tem ajudado no controle da doença é a barreira sanitária montada na saída do município de Oiapoque para evitar que o mosquito chegue a outras áreas do Estado. Os veículos com destino a Macapá continuam sendo abordados, recebem borrifação de inseticidas e os passageiros são obrigados a usar repelente.

"Essa barreira sanitária é importantíssima para o controle da doença. Acreditamos que a barreira, aliada a outras medidas adotadas nos municípios, tem conseguido manter a chikungunya somente em Oiapoque, os casos em Macapá e Santana são todos importados. O trabalho é contínuo e não cessa. A nossa equipe da Vigilância Epidemiológica e a Ambiental continuam em Oiapoque, juntamente com órgãos parceiros, desenvolvendo as ações", destaca Angélica Lima.

Dados atualizados da chikungunya

De acordo com a CVS, são 1.135 casos notificados: 47 em Macapá, 2 em Santana, 1 em Ferreira Gomes e 1.084 em Oiapoque. Casos confirmados foram 968. Desse total, 8 em Macapá, 1 em Santana e 959 em Oiapoque. Os casos de Macapá e Santana são importados.

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