Atuação da milícia é hipótese mais provável para morte de Marielle, diz ministro

Chefe da Segurança Pública, Jungmann afirmou que “investigadores têm caminhado bastante” nessa linha de apuração sobre crime ocorrido há 1 mês

O envolvimento de milicianos que atuam no Rio de Janeiro no assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e de seu motorista, Anderson Gomes, é a “hipótese mais provável” encontrada pelas investigações sobre o crime, ocorrido há 32 dias na capital fluminense . A afirmação foi feita nesta segunda-feira (16) pelo ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, em entrevista à rádio CBN .
“Tenho percebido um ânimo dos investigadores, porque eles partem de um grande conjunto de possibilidades e vão afunilando pouco a pouco. Eles hoje estão com uma ou duas pistas praticamente fechadas, e que eles têm caminhado bastante adiante. Essa mais provável hipótese até aqui remete esse crime, muito provavelmente, à atuação de milícias no Rio de Janeiro”, afirmou o ministro.

Jungmann disse entender a urgência para esclarecer as circunstâncias da morte de Marielle Franco e de Anderson Gomes, mas lembrou que outros crimes que também pediam urgência nas investigações levaram ainda mais tempo para serem esclarecidos. O chefe da Segurança Pública usou como exemplos o assassinato do pedreiro Amarildo, ocorrido em 2013 e que só foi desvendado após 90 dias, e a morte da juíza Patrícia Acioli, que aconteceu em 2011 e levou 60 dias para ser esclarecida.

O ministro afirmou que oito equipes da Polícia Civil estão trabalhando nas investigações e exaltou que o delegado Rivaldo Barbosa, chefe da corporação, era amigo pessoal de Marielle, que fazia a ponte entre Barbosa e o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

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