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Cadê o dinheiro? Pesquisa do IBGE aponta queda de vendas no varejo no Amapá

Vendas no varejo variam -0,5% em março, no Amapá

Período Varejo Varejo Ampliado
Volume de vendas Receita nominal Volume de vendas Receita nominal
Março 2015/Fevereiro 2015 (com ajuste sazonal) -0,5 -0,8
Março 2015/ Março 2014 -0,5 6,2 -2,7 2,8
Acumulado 2015 6,1 12,3 4,0 9,2
Acumulado 12 meses 8,8 14,6 2,2 7,6

Em março, as vendas no varejo amapaense variaram -0,5% no volume de vendas e -0,8% na receita nominal, ambas com relação ao mês anterior, ajustadas sazonalmente. Em ambos os casos, o resultado é o segundo consecutivo com taxa negativa. Nas demais comparações, obtidas das séries originais (sem ajuste), o varejo do Amapá obteve, em termos de volume de vendas, decréscimo da ordem de -0,5% sobre março do ano anterior. Em termos acumulados, as variações foram de 6,1% no trimestre e de 8,8% nos últimos 12 meses. Para os mesmos indicadores, a receita nominal de vendas apresentou taxas de variação de 6,2%, 12,3% e de 14,6%, respectivamente.

O varejo ampliado, que inclui, ainda, as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, continuou a registrar variação negativa em relação ao mesmo mês do ano anterior houve variações de -2,7% para o volume de vendas e de 2,8% na receita nominal. No que tange às taxas acumuladas, os resultados foram de 4% no ano e de 2,2% nos últimos 12 meses, para o volume de vendas, e de 9,2% e 7,6% para a receita nominal, respectivamente.

A publicação completa da pesquisa pode ser acessada na página
www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/comercio/pmc/.

Resultados do varejo foram positivos em 13 das 27 unidades da federação
No comércio varejista, das 27 unidades da federação 13 apresentaram variações positivas no volume de vendas, na comparação de março de 2015 com igual mês do ano anterior (série sem ajuste), com destaque para Roraima (22,5%); Acre (13,6%); Sergipe (7,4%) e Rondônia (6,5%). Quanto às maiores participações positivas, destacaram-se Rio de Janeiro (4,2%); Santa Catarina (3,3%); e Paraná (2,4%). Em relação aos maiores impactos negativos, os resultados foram: -8,3% em Mato Grosso; -0,4% em São Paulo; e -6,7% em Goiás.
Para o volume de vendas, na comparação março de 2015 sobre o mês anterior (com ajuste sazonal), os resultados do varejo foram negativos para 16 estados, ressaltando-se Amazonas (-3,3%); Rio de Janeiro (-3,1%); Pernambuco (-2,9%); e Paraíba (-2,5%). As maiores taxas positivas ocorreram no Pará (2,2%); Roraima (1,4%); Acre (1,2%) e Santa Catarina (1,2%).

Em relação ao comércio varejista ampliado, 16 estados registraram resultados positivos em termos de volume de vendas, na comparação com o mesmo período do ano anterior, destacando-se Roraima (12,4%); Acre (10,1%); Sergipe (7,6%); e Rio Grande do Norte (7,1%). Os estados com maiores impactos positivos foram Rio de Janeiro (2,9%); Minas Gerais (3,3%); e Ceará (2,9%). Entretanto, as participações negativas de três estados na composição da taxa do varejo influenciaram o resultado negativo global (-0,7). São eles: São Paulo (-3,1%); Santa Catarina (-3,2%) e Rio Grande do Sul (-2,1%). Unidade Estadual do IBGE no Amapá
14 de abril de 2015


Joel Lima da Silva
Supervisor de Disseminação de Informações

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