Vagas de emprego não são preenchidas por falta de habilidades dos candidatos
No Brasil, existem 12,7 milhões desempregados, e 4,8 milhões de pessoas que perderam as esperanças e desistiram de procurar emprego, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em paralelo a esse cenário, existem muitas vagas de emprego que não conseguem ser preenchidas por falta de profissionais completos, o chamado skill gap. Cada vez mais, o mercado exige competências e habilidades dos trabalhadores, para as quais não existe formação.
Para a professora do MBA em Gestão de Pessoas do Centro Universitário Celso Lisboa, Vanessa Lacerda, a evolução de exigências teve início depois da Revolução Industrial, quando surgiu o movimento de substituição de mão de obra tradicional por máquinas. Entretanto, o aumento mais notório foi após a 4ª Revolução Industrial, com o boom das tecnologias:
– Hoje, o profissional não se relaciona só com seus colegas e gestores, mas também com a tecnologia. Nesse novo mundo tecnológico, com realidade virtual, neurociência, robótica e inteligência artificial, ele precisa ter destreza e saber gerenciar seu tempo.
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