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Jogos eletrônicos podem ajudar a controlar obesidade infantil

Além do combate ao sedentarismo, “exergames” também colaboram em autoaceitação e socialização das crianças

Thainan Honorato

Para os que acreditam que videogame é apenas brincadeira de criança, educadores físicos da USP mostram uso terapêutico do entretenimento eletrônico. Estudo realizado na Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto (EEFERP) da USP confirma o poder da tecnologia como aliada no combate à obesidade e, ainda, no desenvolvimento de sentimentos positivos quanto à autoestima e imagem corporal.

Os resultados positivos foram observados pela pesquisadora Rafaella Belem Aragão, que acompanhou crianças obesas num programa de exercício físico realizado com exergames. A educadora física conta que esses jogos surgiram em meados da década de 90 com o intuito de entreter e, já naquela época, também tinham o objetivo de controlar a obesidade infantil. Mas foi apenas em 2006, com os avanços tecnológicos, que os jogos interativos conseguiram atingir um público mais amplo, principalmente por apresentar atividades mais elaboradas e por contar com captação mais avançada de imagens simultâneas.

Esses videogames, diz Rafaella, foram escolhidos pela facilidade de acesso público, com diferentes marcas no mercado. Outro ponto a favor é que agradam as crianças, que podem brincar diariamente, principalmente aquelas com “dificuldade de interação, que geralmente apresentam tendência de isolamento social e evitam atividades físicas em grupo”, comenta.

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