Lenín rompe com a esquerda e culpa até Maduro por caos no Equador

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Fugindo de protestos massivos, presidente equatoriano mudou sede do governo de cidade e responsabilizou o colega venezuelano pela crise

crise política que explodiu no Equador em reação a um pacote de arrocho fiscal expulsou o presidente Lenín Moreno da capital, Quito, e o obrigou a pedir ajuda internacional para pacificar o país. Alvo de protestos desde o início de outubro, quando cortou subsídios em combustíveis e deixou que seu valor se elevasse em até 123%, o presidente se adiantou à chegada de dezenas milhares de indígenas que marchavam para a capital para se juntar aos protestos (imagem em destaque) e foi à TV na noite da última segunda-feira (07/10/2019) anunciar que havia transferido a sede de governo para a cidade costeira de Guayaquil, a 420 km de Quito.

Em entrevista a uma rádio local, o secretário particular de Moreno, Juan Sebastian Roldan, disse que o governo concorda com uma mediação internacional dos conflitos. “A única resposta para a crise é o diálogo. Não temos problemas em aceitar a mediação oferecida pela Organização das Nações Unidas, por membros da Igreja e por reitores de universidades”, disse.

O presidente também falou em diálogo com lideranças indígenas, mas resolveu culpar políticos de esquerda pela escalada da violência, em especial seu antecessor na presidência, Rafael Correa, e o ditador venezuelano Nicolás Maduro.

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