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Como aliar vida saudável com alimentos sustentáveis?

Além de diminuir o desperdício, seu consumo pode ser aliado à obtenção de nutrientes essenciais ao organismo

 

A maioria das pessoas busca ter uma vida saudável, com alimentação balanceada e atividade física. A rotina nem sempre permite isso, então muitas pessoas acabam utilizando os suplementos +alimentares para encontrar vitaminas e nutrientes que estejam em falta no corpo. 

O que muita gente não sabe é que dá pra alinhar uma vida saudável, exercícios físicos e o consumo consciente de alimentos, evitando o desperdício de casas e sementes que na maioria das vezes acabam na lata do lixo.

Uma das dicas para quem quer desperdiçar menos e aproveitar todos os nutrientes de um alimento universal é a utilização da casca de ovo. Um estudo da Universidade Rosario, na Argentina, mostrou que apenas meia concha da casca equivale à ingestão diária recomendada de cálcio, enquanto um copo de leite contém aproximadamente ⅓ disso.

Mas alguns cuidados são importantes: antes de serem consumidas, é imprescindível que sejam esterilizadas, mergulhando-as em água fervente ou levando ao forno quente. O consumo de casca de ovo sem a esterilização necessária é um risco à contaminação por salmonela.

Outra dica bem curiosa é o consumo de semente de melancia para obter proteínas. 

Apenas duas colheres de sopa de sementes de melancia contêm cerca de 10 gramas de proteína, quatro a mais que um ovo. 

De acordo com estudos publicados no Journal Of Agriculture and Food Chemistry, as pequenas sementes pretas fornecem uma variedade de aminoácidos e ainda contém vitamina B (essencial para células sanguíneas saudáveis) e magnésio, que melhora a conectividade cerebral e reduz o risco de cãibras musculares.

Além da melancia, outra fruta que também pode ser melhor aproveitada é a maçã. Desde pequenos, somos acostumados a comer a maçã, circundando o miolo. Pois saiba que essa parte desprezada seria um belo reforço às boas bactérias que vivem no sistema digestivo. 

Segundo pesquisadores da Universidade de Tecnologia Graz, na Áustria, o caule e as sementes da fruta apresentaram maior abundância bacteriana.

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