6 melhores destinos para quem ama arte

Há quem goste de viajar para a praia, para as montanhas, para a roça, enfim, cada um busca nos seus momentos de descanso e lazer os lugares que mais lhe interessam. Quem adora artes em geral também pode se planejar para fazer um roteiro para percorrer várias etapas da história da arte.

Falando em cultura ocidental, sem dúvida a Europa é um destino privilegiado para quem gosta de artes, a começar porque muitas cidades europeias são um museu a céu aberto.

Vejamos os 6 melhores destinos para quem ama arte.

Londres
A capital da Inglaterra é uma das cidades mais cosmopolitas da Europa. Passeando pela cidade, a pé, dá para acompanhar o universo da moda através das roupas e atitudes de pessoas super cool.

Ao caminhar pelas ruas londrinas, vamos vendo castelos, pontes e vários pontos de interesse que já começam a despertar o nosso olhar. Às margens do rio Tâmisa, está localizado o Tate Modern, um dos mais interessantes de Londres. Dentro dele há um acervo impressionante de arte moderna, com quadros de artistas como Picasso, Matisse, Malevich, Kandinsky. Uma galeria muito curiosa do Tate é a destinada aos pôsteres soviéticos. Sem dúvida, além do valor estético, o valor histórico dessas obras chama a atenção. Vale a pena conferir, também, as exposições itinerantes de artistas contemporâneos, para acompanhar o que vem sendo produzido no universo artístico.

Já o Museu Britânico é especializado em objetos das civilizações antigas, como Egito antigo, Grécia antiga, Roma antiga, Mesopotâmia, Persa, Maia, Asteca, Inca, Vikings, China imperial, Oriente Médio, Índia, várias tribos africanas, Europa medieval, povos asiáticos, entre outras.

Victoria & Albert Museum é um museu muito legal dedicado à arte e ao design, além de abrigar muitas obras do período medieval, gótico e do renascimento. O ponto alto do museu é o caderno de anotações do Leonardo da Vinci. Além do acervo, o jardim do museu é belíssimo. Vale a pena, ao final, sentar-se no café para descansar e admirar as belezas naturais do entorno.

O site Viagem Lado B traz mais informações sobre esses museus além de dicas sobre outros.

Roma
Roma é um caso à parte. Só de passear pela cidade parece que somos levados a outro tempo. Roma respira arte, haja vista as suas edificações e fontes, assim como algumas outras cidades italianas que foram berço do Renascimento.

O site Viajando para a Itália preparou um roteiro com os museus imperdíveis da capital italiana, começando pelo Museu de Vaticano. Mesmo quem não é católico deve conhecer esse museu. Localizado no interior do Estado do Vaticano, ele abriga um acervo enorme de artes do mundo, colecionado pelos papas. Prepara-se para as longas filas. Mas você pode evitá-las se comprar o ingresso pela internet.

A Basílica da São Pedro é outro museu de interesse em Roma. Foi iniciado com uma coleção modesta de esculturas até se converter, ao longo dos séculos, em dos maiores museus de arte do mundo.

No Vaticano, ao todo, há um conjunto de treze museus que compõe um belo complexo arquitetônico e que ocupa dois palácios.

Embora não seja propriamente um museu, não dá para ir a Roma sem conhecer o Coliseu, um antigo anfiteatro do Império Romano de quase 2.000 anos que se tornou símbolo da cidade.

Hoje em dia, o Coliseu é a maior atração turística de Roma, juntamente com o Vaticano. Em 2007, foi elevado a uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno.

Barcelona
Barcelona é uma das cidades mais vibrantes da Espanha. E tem mais: na cidade há vários museus que valem muito a pena conhecer, entre eles o Museu Picasso. Localizado no charmoso bairro do Born, o museu está em uma edificação antiga belíssima e é um centro de referência para quem quer conhecer o período de formação do pintor espanhol. A coleção permanente do museu é composta por 4.251 obras, que revelam a genialidade do jovem artista.

Outro artista espanhol que tem um museu dedicado a ele é Joan Miró. A Fundação Joan Miró foi criada pelo próprio artista, em 1975, com um fundo constituído em grande parte por sua coleção privada, a fim de estabelecer em Barcelona um espaço sobre a sua obra que fosse referência internacional. O lugar abriga quadros do artista ao mesmo tempo em que dialoga com a criação contemporânea de arte.

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