Energias renováveis serão “praticamente gratuitas” até 2030

Ainda que o petróleo seja, hoje, o rei da produção energética mundial, essa é uma tendência que não deve se manter nas próximas décadas. Pelo menos essa é a opinião de analistas do banco de investimento suíço UBS, que apontam que os custos decrescentes de implantação e emprego de estruturas alternativas de produção de energia, bem como o aumento no volume de adoção das mesmas nas casas das pessoas, devem tornar a energia renovável “praticamente gratuita” até 2030.

Os analistas defenderam sua posição em entrevista ao Financial Times: “em 2010, usar a energia solar para ferver uma panela de água quente lhe custaria £ 0,03. Em 2020, segundo nossas estimativas analíticas, o custo disso deverá ser ainda menor. Em 2030, o valor se tornará tão irrisório que será praticamente de graça”.

Claro, a análise feita pelos executivos do UBS considera o mercado europeu, onde, especialmente Inglaterra e Alemanha, há uma notável expansão na implantação de estruturas eólicas e solares. Também foi considerado o solo americano, onde diversas empresas, que antes ofereciam produtos energéticos a base de carvão e petróleo, migraram ou aliaram estas mesmas ofertas a fontes renováveis, bem como novas companhias que atuam exclusivamente com energia solar, como a Tesla Energy, o braço da empresa de Elon Musk que oferece baterias solares para as casas americanas.

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