Em pleno caos econômico, Argentina é paralisada por greve geral

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Greve deve durar 24 horas e coincide com o dia do discurso de Macri na Assembleia Geral da ONU, em Nova York

As grandes centrais sindicais paralisam a Argentina, nesta terça-feira (25), com uma greve geral de 24 horas, convocada no momento em que o presidente do país, Mauricio Macri, está em Nova York para participar da Assembleia Geral da ONU e se reunir com investidores para tentar transmitir confiança.

Com os dados macroeconômicos em situação preocupante, especialmente a inflação, que deve superar 40% em 2018, e o Produto Interno Bruto (PIB), calculado em -2,4% para o fim do ano, os sindicatos paralisam nesta terça-feira os transportes públicos, o tráfego aéreo, o transporte de carga terrestre, os bancos e a administração pública, incluindo escolas e hospitais.

Esta é a segunda paralisação geral desde que o governo Macri assinou em junho um acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI) por 50 bilhões de dólares, dos quais o país já recebeu 15 bilhões, mas que espera poder ampliar para um valor superior.

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