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Confusão antecipa término do bloco Fervo da Lud no Rio

Uma confusão generalizada antecipou o término da segunda edição do Fervo da Lud, no centro da cidade. O bloco comandado pela cantora Ludmilla, que estava previsto para acabar às 14h, encerrou as atividades mais de uma hora antes.

A Polícia Militar jogou bombas de gás lacrimogênio após uma briga na multidão. Cerca de 100 mil pessoas estavam na festa. O artista de rua Jeferson da Silva criticou o esquema de segurança dos blocos.

Apesar do tumulto no bloco comandado por Ludmilla, a maioria dos blocos desfilou de forma pacífica no Rio de Janeiro, como o Carmelitas, que fez a festa pelas ladeiras de Santa Teresa, no centro da cidade. Há 29 anos, o bloco surgiu de uma brincadeira entre rapazes que jogavam futebol, onde hoje é o Parque das Ruínas, em Santa Teresa.

O Carmelitas quase ficou de fora deste carnaval. O bloco conseguiu autorização do Corpo de Bombeiros só na última sexta-feira (1º), poucas horas antes do primeiro desfile.

A professora Aline Castanheira, que mora em Niterói e frequenta o carnaval carioca há mais de dez anos, exalta os festejos na cidade, que, segundo ela, estão melhores a cada ano.

Se para uns o carnaval é sinônimo de festa e de folga, para outros a celebração rima com trabalho. Esse é o caso do porteiro Diego Ramos, que trabalha em Santa Tereza há quatro anos. Ele conta como curte o desfile do bloco e, ao mesmo tempo, cuida da segurança do prédio.

Pelo menos mais seis blocos esperam arrastar mais de 10 mil pessoas nesta terça-feira (5): Orquestra Voadora, no Flamengo, Banda de Ipanema, Empurra que Pega, no Leblon, Banda das Quengas, na Lapa, Clube do Samba, em Copacabana e Banda do Largo da Segunda-Feira, na Tijuca.

EBC

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