Gravadora em Macapá oferece gravação profissional em comemoração ao seu aniversário

O produtor Alan Flexa, que comanda o estúdio Zarolho Records está oferecendo a gravação e masterização completa de uma faixa para artistas que não tem condições de gravar ou nunca tiveram a experiência de estúdio, mas tem talento e vontade de crescer.

O Zarolho Records, estúdio amapaense, completa seis anos na ativa dia 22 de setembro e vai fazer a campanha “quem ganha o presente és tu”.

Se sustentar trabalhando com cultura em tempos normais não é fácil e nas condições atuais diante da pandemia, a dificuldade é extrema, sendo assim o Zarolho Records está dando uma grande ajuda, um presentão.

A capital Macapá, que hoje possui menos de 10 estúdios de gravação profissionais na ativa, comemora o crescimento do nicho de forma animada.

Alan Flexa, da Zarolho, puxa da memória e conta que o primeiro estúdio do estado, nasceu quase ontem, nos anos 90, mais precisamente em meados de 1996. Foi o Araguari, depois vieram os estúdios Albatroz e Big Play, este se tornaria mais tarde, Canutty Produções.
Também nasceram o estúdio Tarumã e o estúdio Poliphonic, estes, ativos até hoje. Citou ainda, nomes como Previo Music e o seu primeiro estúdio, o Symphony Music (2007).

“Ainda nem falamos dos home estúdios que, com a tecnologia cada vez mais acessível e possibilitando produções mais e mais cristalinas, vem lançando faixas bem interessantes. Podemos citar alguns home estúdios como o Malv Estúdio, Ingah Records e o Hian Home Studio, este último, um dos mais populares da linha dos home”.

O produtor Hian, conta que pretende voltar a dar oportunidade a artistas que não tenham condições de pagar, de gravar faixas, assim que a situação melhorar.

Alan Flexa entende a importância de promover a cultura e por isso vai financiar um single completo para uma (um) artista amapaense que queira passar pela peneira analógica da sua escolha. Os artistas interessados devem enviar sua faixa em formato audível, com pelo menos uma base de acompanhamento para o email [email protected] .

“Quando falo em peneira analógica é porque a música deve conquistar o ouvido do produtor. Não determino o formato do arquivo a ser enviado, a duração da faixa e nem tenho restrições de gênero musical” diz Alan.

“O produtor pode ter suas preferências, mas deve saber produzir de tudo”finaliza.

Alan já trabalhou com nomes de dentro e fora do Brasil e de diversos estilos. O Ucraniano Myroslav Levitskay, Dj Mamela da Africa do Sul, o artista mineiro Rafael Senra e nomes amapaenses tais como: Stereo Vitrola e Nivito Guedes.

Uma de suas produções atuais é a artista Brenda Zeni, nome forte do rock experimental amapaense, que hoje grava o seu segundo disco com o carimbo da Natura Musical, via projeto Pororoca Sound. A artista considera Alan um grande parceiro, que a apoiou desde o início da sua carreira.
Alan trabalha com Brenda Zeni há muito tempo e sempre negociou preços acessíveis para a sua produção.

A seleção das músicas esse ano irá substituir o Festival Zarolho que iniciou em 2019, com uma noite de mostra de trabalhos de artistas da casa Zarolho, no Teatro das Bacabeiras.

Em 2020 não houve Festival em virtude da pandemia do covid-19, e esse ano Alan vem reforçar a produção musical amapaense oferecendo o seu trabalho profissional de maneira gratuita.

Envie seu material e boa sorte!

Assessoria Brenda Zeni

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