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ICMBio apoia resgate e garante destinação adequada de fauna silvestre no Amapá

Ação coordenada pelo Instituto resultou no encaminhamento de flamingo e guaxinim ao CETAS/Ibama, em Macapá

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, por meio da gestão da Estação Ecológica de Maracá-Jipioca, realizou, no dia 2 de fevereiro, o encaminhamento de dois animais silvestres resgatados em ocorrências distintas ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) do Ibama, em Macapá.

A primeira ocorrência teve início a partir do acionamento da gestão da unidade por um morador da região do Lago Bonome, no município de Amapá. O pescador Antonino Pires, conhecido como seu Toninho, encontrou um flamingo em situação de vulnerabilidade e, seguindo a orientação adequada, comunicou o fato ao ICMBio, que prontamente realizou o recebimento do animal. O pássaro permaneceu sob cuidados da equipe da Estação Ecológica até o seu transporte e encaminhamento oficial ao CETAS/Ibama.

Em outra ocorrência, registrada anteriormente, brigadistas vinculados à Estação Ecológica de Maracá-Jipioca realizaram o resgate de um guaxinim filhote, encontrado em estado de fraqueza às margens do ramal da Bacabinha, oficialmente denominado rodovia AP-426. O animal apresentava sinais de debilidade e risco, sendo recolhido e acompanhado pela equipe até sua destinação ao CETAS/Ibama, na mesma data do encaminhamento do flamingo.

As ações reforçam o papel do ICMBio na proteção da fauna silvestre, atuando de forma contínua no atendimento a ocorrências, na orientação à população e na articulação com órgãos parceiros para assegurar o manejo adequado dos animais resgatados.

O Instituto reconhece e agradece a colaboração do seu Toninho e dos vaqueiros que auxiliaram no resgate do flamingo, destacando que atitudes responsáveis da população local são fundamentais para o êxito das ações de conservação da biodiversidade.

Orientação do ICMBio: ao encontrar animais silvestres feridos, debilitados ou em situação de risco, não tente realizar o manejo por conta própria. O correto é acionar imediatamente os órgãos ambientais competentes para garantir a segurança das pessoas e dos animais.

Texto: Alessandra Lameira
Agente temporária ambiental

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