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Mais de 150 casos de microcefalia são investigados na Amazônia

Informe do Ministério da Saúde divulgado detalha, pela primeira vez, os primeiros casos confirmados e descartados

O Pará tem o menor número de casos suspeitos, totalizando 3. Foto: Jardel da Costa/Futura Press

MANAUS – Maranhão, Mato Grosso, Tocantins e Pará possuem 174 casos de microcefalia relacionados ao vírus zika sob investigação. Os números foram divulgados nesta terça-feira (15) pelo Ministério da Saúde. De acordo com o novo Boletim Epidemiológico foram registrados em todo o País 2.401 casos e 29 óbitos em 549 municípios de 20 Estados, até 12 de dezembro deste ano.

O informe divulgado detalha, pela primeira vez, os primeiros casos confirmados e descartados. Do total de suspeitos notificados, foram confirmados 134 e descartados 102. Continuam em investigação 2.165 casos. Foi confirmado um óbito e descartados dois. Permanecem em investigação 26 mortes. A investigação dos casos de microcefalia relacionados ao vírus zika é feito em conjunto com gestores de Saúde de estados e municípios.

O Mato Grosso é o Estado da Amazônia com maior número de casos sob investigação, 72. Maranhão e Tocantins já descartaram 7 suspeitas cada um, mas ainda avaliam respectivamente 56 e 43. O Pará tem o menor número de casos suspeitos, totalizando 3.

Em todo o Brasil, 18 laboratórios estão capacitados para realização do diagnóstico, sendo 13 centrais e cinco de referência. O teste para a confirmação do vírus Zika deve ser feito, de preferência, nos primeiros cinco dias de manifestação dos sintomas. Vale ressaltar que o vírus Zika é de difícil detecção, já que cerca de 80% dos casos infectados não manifestam sinais ou sintomas.

O Ministério da Saúde também divulgou o número de casos de microcefalia registrados nos anos de 2010, 2011, 2012, 2013 e 2014.

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