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Vereadora Aline Gurgel usa a tribuna para falar da saúde municipal

A vereadora Aline Gurgel (PRB) usou a tribuna do parlamento municipal para lamentar a falta de atenção à saúde. Segundo a vereadora, a precariedade da saúde em Macapá é grande e caso não seja tomada nenhuma providência, a tendência é piorar.

Aline se baseou no último estudo feito pelo Conselho Federal de Medicina (FCM) em parceria com a ONG Contas Abertas que revelou que Macapá é a segunda capital brasileira que menos investe proporcionalmente em saúde pública por habitante. O investimento é de 0,66 centavos para cada pessoa por dia e ao ano, cerca de R$ 251.

“Fico me perguntando, o que de fato é prioridade? Pois sei que saúde é prioridade e não está sendo priorizada. Eu sou uma vereadora que visito periodicamente as unidades de saúde e garanto que não está esse mar de rosas como estão falando. Em recente visita à unidade do Marabaixo constatei que não havia o aparelho que faz a esterilização, pois estava quebrado. Priorizar saúde é também consertar os aparelhos que são de extrema importância para a população”, disse Aline.

Aline disse não entender essa calamidade pública. “Nós vereadores não podemos permitir uma calamidade dessas. Na semana passada recebi uma denúncia de que um jovem foi até o posto e não tinha gaze esterilizada. Ele estava com um ferimento na cabeça e não pode receber os primeiros socorros” justificou.

“Houveram avanços na saúde municipal, mas faltam materiais básicos como luvas, seringas e até mesmo agulhas. Só quem usa o serviço público de saúde sabe da real situação que se encontra os nossos postos de saúde”, enfatizou.

O vereador Madeira parabenizou a fala de Aline e completou que “saúde é precária sim, agora mais uma vez estamos na mídia nacional vendo o que realmente de fato acontece”.

Já o vereador Washington informou que os vereadores tem mesmo que se preocupar com a saúde do nosso município. “O que a prefeitura demonstra é uma falta de prioridade. Não existe nenhum investimento na ampliação do atendimento, a população cresceu e os investimentos, não”, informou o vereador. “A realidade é essa, tem unidade de3 saúde, como a do Cabralzinho que está fechada há 4 anos”, finalizou.

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