Consumidores reclamam do aumento da cesta básica no Alto Solimões

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Segundo o DIEESE, a cesta básica em Manaus, em julho, teve alta de 5,27% em relação a junho e custou aos manauaras cerca de 400 reais

O custo da cesta básica em Tabatinga, no Alto Solimões, tem aumentado nos últimos meses, é o que dizem consumidores e empresários do município que fica a 1.108 quilômetros de distância da capital Manaus.

A aposentada e dona de casa, Isabel Cruz, por exemplo, diz que antes fazia as compras mensais com R$ 400, mas agora gasta R$600 para comprar a cesta básica dela e do esposo.

O indígena Fagner Cordeiro, relatou que os produtos que mais tiveram alta nos preços foram o arroz, açúcar, café e óleo. Ele ressaltou que gasta cerca de R$150 semanais com a cesta básica da família, composta por 9 pessoas.

O empresário de Tabatinga, Neilvado Pinheiro, informou que a crise e o fator climático têm influenciado no preço dos produtos que já chegam em Tabatinga com valores altos.
Neivaldo explicou como as taxas tributárias do país colaboram para o aumento dos preços.

Na pesquisa realizada pela Rádio Nacional do Alto Solimões, a maioria dos comerciantes locais apontaram o feijão com alta de (0,28%) como produto que mais tem inflacionado a cesta básica na região, seguido do arroz com (0,16%), do leite e derivados com (0,13%) e o açúcar com (0,10%). Já o óleo que teve crescente alta no mês de maio e junho, em julho teve queda nos preços de (0,03%) seguido do café (0,2%) e do frango (0,2%).

Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), a cesta básica em Manaus, em julho, teve alta de 5,27% em relação a junho e custou aos manauaras cerca de 400 reais.

EBC

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