Coronavírus pode se recombinar e misturar genoma, apontam cientistas

Fenômeno chamado “recombinação” reacende alerta de que variantes distintas do vírus se combinem no corpo humano em versões mais perigosas

O novo coronavírus tende a misturar grandes partes do seu genoma ao fazer cópias de si, apontam cientistas que pesquisam a replicação do agente causador da Covid-19. Diferentemente de pequenas mutações, os vírus têm maior possibilidade de fazerem “recombinação”, reacendendo o alerta de que novas variantes do coronavírus com mutações parecem tornar algumas vacinas menos eficazes, como alertaram cientistas nas últimas semanas. As informações são do jornal O Globo.

Os novos estudos sugerem que um fenômeno chamado “recombinação” permita que o vírus Sars-CoV-2 mude de modo perigoso. Em contrapartida, esse mecanismo biológico pode ajudar os pesquisadores a encontrar medicamentos que parem o vírus durante o caminho.

“Não há dúvida de que a recombinação está acontecendo”, indicou Nels Elde, geneticista da Universidade de Utah. “Na verdade, é provavelmente um pouco subestimado e pode estar em jogo mesmo no surgimento de algumas das novas variantes”, pontuou.

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