AMAZÔNIA BRASIL RÁDIO WEB

Cultura & informação da Amazônia para todo o planeta desde 11 de novembro de 2000

Meio Ambiente

Estudantes voltam às ruas em mais uma greve por ações climáticas

Estão previstas cerca de 1.500 ações em várias partes do mundo

O movimento ambientalista Fridays for Future convocou para hoje (22) uma nova greve climática estudantil com cerca de 1,5 mil ações em vários pontos do mundo.

Com o objetivo de pressionar os líderes políticos a agir em meio às alterações climáticas, estudantes de todo o mundo voltam a fazer greve às aulas, num movimento que começou em 2018 com a jovem ativista sueca Greta Thunberg.

Há três anos, Greta Thunberg impulsionou as greves estudantis ao faltar, durante várias semanas, às aulas para protestar frente ao Parlamento sueco, contra a falta de ações climática. Ela volta ao mesmo local para a manifestação de hoje.

A última greve climática global foi realizada em 24 de setembro e reuniucerca de 800 mil pessoas em mais de 1,5 mil cidades, segundo o balanço do Fridays for Future.

Na página do movimento global que promove as iniciativas, o Fridays for Future diz que os estudantes não têm outra escolha: “Estamos lutando pelo nosso futuro e o de nossos filhos. Fazemos greve porque ainda há tempo para mudar, mas o tempo é essencial”.

Veja também:
Tecnologia: inscrições para cursos gratuitos do Google terminam nessa sexta (22/10)
Sine oferta vagas de emprego em Macapá para quase 40 funções em 22 de outubro
Vacina de reforço tem eficácia de 95,6%, diz Pfizer-BioNTech

O objetivo é unir as pessoas em torno da ciência e pressionar os líderes políticos a fazê-lo também e a agir em função da evidência científica.

Entre as medidas reivindicadas, o Fridays for Future quer manter o aumento da temperatura global 1,5°C abaixo dos níveis pré-industriais, assegurar a justiça e equidade climáticas e ouvir a ciência.

Em Portugal, o movimento é organizado pela Greve Climática Estudantil, que culpa o “sistema sociopolítico atual de exploração e opressão, sendo baseado no mito de que é possível ter um crescimento econômico infinito num planeta com recursos finitos”.

Em comunicado, o movimento defende que “não basta cortar emissões, é necessária uma abordagem sistêmica aos valores sociais contemporâneos e que essa crise seja tratada como um eixo central na política”.

EBC, com informações da RTP – Rádio e Televisão de Portugal

O que você pensa sobre este artigo?

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.