Ivana Cei, recebe visita institucional dos novos agentes diplomáticos da Embaixada Francesa para atuação no Amapá

A procuradora-geral de Justiça do Ministério Público do Amapá (MP-AP), Ivana Lúcia Franco Cei, recebeu, na última quarta-feira (3), uma visita institucional de apresentação dos novos agentes diplomáticos da Embaixada Francesa para atuação no Estado do Amapá, o chefe superintendente de Polícia, Charles Bolf, o vice-adido policial, Serge Giordano, e o segundo conselheiro, Jean-François Bonnet. No encontro, trataram de fortalecimento da relação transfronteiriça, com destaque para a área de segurança.

A procuradora Ivana Cei falou sobre a atuação do MP-AP em Oiapoque, região de fronteira com a Guiana Francesa, território Francês, e da necessidade de fortalecer uma cooperação técnica, de caráter binacional, em várias frentes, especialmente nas articulações que visam combater o tráfico internacional de drogas, de armas e de pessoas. Outro aspecto observado pela PGJ é a deficiência na troca de informações sobre os brasileiros em situação ilegal ou deportados do país.

Apesar das dificuldades, Charles Bolf destacou que nos últimos 15 anos houve avanço significativo nas ações entre os países, especialmente, a partir da relação entre Oiapoque e Guiana Francesa. “Não podemos dizer que nada foi feito, mas, de fato, ainda temos muito a avançar nessa área de capacitação mútua entre as polícias e na articulação junto ao Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (GAECO) do MP-AP”.

O novo agente diplomático (adido), Serge Giordano, disse que a visita era uma primeira rodada de apresentação que estava fazendo junto às autoridades locais e pediu apoio do MP-AP para realização de um seminário, onde todos esses temas possam ser discutidos, com a agentes públicos da área de segurança, políticos locais, representantes do Itamaraty e do Ministério da Justiça.

“O MP-AP se coloca à inteira disposição para colaborar e até organizar este seminário, pois é da maior relevância aos dois países, e, muito especialmente, ao Amapá, que sente diretamente o reflexo dessa relação transfronteiriça. Devemos aprimorar nossa atuação na fronteira, seja para facilitar o fluxo legal de pessoas e troca de serviços, bem como, combater o crime organizado”, reforçou a PGJ Ivana Cei.

Ana Girlene

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