Gasolina, GNV e botijão de gás mais caros afetam bolso no início de 2019

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Gás veicular ficou 26% mais caro, enquanto a gasolina aumentou 7% e o gás de cozinha, 4%. Por outro lado, etanol aliviou orçamento do brasileiro

O taxista Rafael Messias Martins de Souza, de 35 anos, trabalha nas ruas de São Paulo há 9 anos e sentiu no bolso o aumento do preço dos combustíveis ao longo de 2018. No começo do ano, abastecia o carro com etanol, mas migrou para o GNV — o gás veicular — há cinco meses para tentar economizar.

Segundo dados da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), a gasolina (7%), o GNV (26,4%) e o gás de cozinha (4,3%) ficaram mais caros, enquanto o etanol apresentou redução no preço do litro (-1,7%) — veja os preços na tabela abaixo.

Embora tenha sido o combustível com aumento mais expressivo e o preço do etanol tenha recuado em 2018, o GNV ainda é mais vantajoso para Rafael. O taxista gasta cerca de R$ 40 por dia, frente aos R$ 90 de quando abastecia com etanol, para rodar de 150 km a 200 km.

Segundo Rafael, o cilindro do GNV é menor e tem um bom rendimento, o que faz com que o combustível valha mais a pena.

Mesmo gastando menos, Rafael percebe que o combustível tem pesou mais no bolso ao longo do ano. “[O preço] aumentou, mesmo o do gás. Desde o ano passado, sempre vem aumentando. Eles aumentam rápido nos postos e quando sai notícia de que baixou, demora para baixar nas bombas”, afirma.

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