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Indígenas Pataxó Hã-hã-hã sofrem com efeitos do rompimento de barragem em Brumadinho

Cerca de 20 famílias indígenas que vivem em uma aldeia de São Joaquim de Bicas, às margens do rio Paraopeba, foram afetadas pelo rompimento da barragem em Brumadinho, Minas Gerais.

Segundo a Fundação Nacional do Índio (Funai), mais de 80 indígenas Pataxó Hã-hã-hã sofrem os efeitos da tragédia. O rio Paraopeba, fonte de sustento para a comunidade, está sujo e os animais. mortos.

A aldeia, embora não tenha sido atingida pela alta do nível do rio, vive da agricultura familiar e da pesca. As atividades estão comprometidas por causa da lama e dos rejeitos minerais.

Segundo a vice-cacique da aldeia Naõ Xohã, Kênia de Souza, a Funai está fornecendo água e alimentos para a comunidade, mas eles ainda não sabem o que vão fazer a respeito da situação no futuro.

Nesse domingo (27), uma equipe da Funai foi enviada à região, para auxiliar a comunidade atingida.

De acordo com a Funai, a aldeia fica em um local seguro em relação ao acidente, e não há registro de feridos.

EBC

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