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Estátuas da Ilha de Páscoa estão sendo danificadas por turistas e suas selfies

Gabriela Glette

Uma das ilhas mais isoladas do planeta – a Ilha de Páscoa, carrega vários mistérios, sobretudo em relação às suas estátuas gigantes – as Moais. O conjunto de mais de 800 estátuas esculpidas em pedras representa um dos pontos turísticos mais procurados do planeta e, como já sabemos, o turismo irresponsável vem destruindo diversos patrimônios da humanidade, como este. Isto porque, turistas sedentos pela selfie perfeita estão danificando estas estátuas de quase mil anos.

De acordo com a arqueóloga Jo Anne Van Tilbur – da UCLA, a ilha recebe cerca de 150 mil turistas todos os anos, que desrespeitam as regras, ultrapassam áreas preservadas e, até mesmo sobem nas estátuas. Esta não é a primeira vez que vemos algo semelhante. O turismo de massa já deixou rastros de destruição em locais como, Cinque Terre – na Itália, Memorial e Museu de Auschwitz – em Birkenau e até mesmo no famoso monumento de Angkor Watt – no Camboja.

A história milenar do povo que habitava a Ilha de Páscoa – os Rapanui, está sendo destruída pela falta de educação e cidadania das pessoas, que fazem tudo pelo feed perfeito do Instagram. Esta província chilena é uma verdadeira pérola da história da humanidade, que precisa ser preservada, é o que deixa claro Jo Anne Van Tilbur, fazendo um apelo para a comunidade turística do mundo inteiro, alertando sobre os perigos do turismo irresponsável.

Via Hypensee

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