Embrapa Amapá contrata mais dois pesquisadores aprovados no recente concurso
A pesquisa em sustentabilidade e inovação agropecuária ganha novo impulso no Amapá com a chegada de dois pesquisadores aprovados em concurso público, que passam a integrar o quadro técnico-científico da Embrapa Amapá.
Um dos novos pesquisadores é Douglas Matheus das Neves Santos, graduado em Engenharia Ambiental e Energias Renováveis pela Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA). O pesquisador possui mestrado pelo Programa de Uso Sustentável dos Recursos Naturais em Regiões Tropicais do Instituto Tecnológico Vale (ITV) e atualmente é doutorando no Programa de Ciências Ambientais da Universidade Federal do Pará (UFPA). Na Embrapa Amapá, Douglas está lotado no setor de Transferência de Tecnologia.
Nascido em Belém (PA), até ingressar na Embrapa Douglas morava em Ananindeua, cidade vizinha à capital do Pará. Para ele, a Embrapa representa a consolidação de um projeto de vida voltado à pesquisa científica. “Sempre me interessei em atuar com pesquisa na área de ciências ambientais. Na Embrapa, almejo continuar meu desenvolvimento como pesquisador, contribuindo de forma efetiva para a geração de conhecimento e para a inovação tecnológica promovida pela empresa”.
Recém-chegado a Macapá, Douglas destaca a boa receptividade. “Foi minha primeira vez em Macapá e tive uma impressão muito positiva da cidade, que considero calma e agradável. A Embrapa Amapá também me surpreendeu de forma muito positiva, tanto pelo ambiente acolhedor quanto pelo profissionalismo e pela qualidade da equipe”.
Experiência acadêmica, técnica e prática
Outro reforço importante para a Embrapa Amapá é o pesquisador Ricardo Augusto de Souza, engenheiro agrônomo formado pela Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq/USP), com experiência acadêmica, técnica e prática no setor agropecuário. Possui mestrado em fitossanidade e atualmente cursa doutorado em fitotecnia, também na Esalq/USP.
Residente em Limeira (SP) até ingressar na Embrapa Amapá, a mudança para Macapá significou a experiência do primeiro contato _in loco_ com a Amazônia. Ficou impressionado com a imensidão do rio Amazonas e da floresta. Ricardo lecionou na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp, campus Limeira) e no Instituto Federal do Sul de Minas.
No setor produtivo, dedicou-se à consultoria técnica em cafeicultura e bioinsumos. Ele conta que uma das motivações para concorrer a vaga na Embrapa foi o “interesse em trabalhar em uma instituição de grande relevância para a agropecuária brasileira, com possibilidade de desenvolver soluções em bioinsumos para uma agricultura mais sustentável, além de possuir um plano de carreira atrativo e estável”.
Suas aspirações profissionais se relacionam à pesquisa e desenvolvimento de soluções em bioinsumos multifuncionais, visando uma agricultura mais sustentável, especialmente para culturas como o café, frutíferas, olerícolas e grãos.
Dulcivânia Freitas, Jornalista DRT/PB 1063-96
Núcleo de Comunicação OrganizacionalEmbrapa Amapá
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
Macapá/AP

