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Pesquisa aponta que apenas 5% dos brasileiros são fluentes na língua inglesa

Alessandra Couto, de 31 anos e formada em gestão de recursos humanos é uma das recepcionistas de uma empresa de médio porte em São Paulo e, segundo ela, a opção por esse trabalho foi tomada levando em conta suas dificuldades para conseguir emprego em sua área. E o motivo é exatamente não saber falar a língua inglesa. Alessandra é uma entre os milhares de casos que refletem o cenário do Brasil nessa questão. O país registra um dos piores desempenhos do mundo quando o assunto é a proficiência na língua inglesa. Essa pesquisa foi feita pela escola EF Cursos no Exterior e, através de um outro estudo feito pela British Council, foi revelado também que só 5% dos brasileiros compreendem o inglês. Em plena época de eventos esportivos, a falta da fluência no inglês mostra o quão despreparado o país está para atuar no mercado internacional, o que traz muitas desvantagens não só para os profissionais, mas também para as empresas.

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Por que aprender inglês?

A língua inglesa, hoje, deixou de ser um complemento e passou a ser mais do que um pré-requisito nas empresas, tornando-se um elemento econômico. Quem sabe falar outras línguas tem uma posição diferenciada na empresa e afasta o perigo de ser descartado a qualquer momento. Vale lembrar que existem ainda aqueles que exageram em suas qualificações linguísticas no CV e acabam sendo descartados na entrevista. Para se ter uma ideia, um estudo realizado pelo site Vagas.com mostrou que 37.390 candidatos de 12 diferentes estados brasileiros informaram ser fluentes, mas não o eram, o que foi provado após testes de proficiência – apenas 26% dos candidatos tinha um conhecimento avançado e, mesmo assim, ainda não haviam atingido um padrão de excelência na língua.

Essa estatística também atinge as multinacionais. A GlobalEnglish, por exemplo, fez uma pesquisa com 108 mil empregados de multinacionais em mais de 75 países e, dos 13 mil brasileiros que responderam ao teste, a grande maioria não tirou nota superior a 2,95 – total de 10 – o que deixa o país em 67º lugar. Além da deficiência histórica e da falta de incentivo do governo para o aprendizado da língua no Brasil, outro problema é a falta de qualificação dos profissionais. Falta de tempo, condições financeiras e dificuldades de achar o curso ideal já não são mais barreiras hoje em dia e isso deve partir do próprio profissional. Não adianta mentir sobre seus conhecimentos, visto que as empresas sempre descobrem de um jeito ou de outro e isso irá manchar a reputação do profissional. O ideal é começar a pensar em correr atrás do prejuízo o quanto antes para aumentar suas chances de concorrer a melhores vagas e ter mais visibilidade no mercado.

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