Búfalos: criadores do Amapá apostam em expansão do mercado

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Criadores se unem no combate à febre aftosa no Estado que tem o segundo maior rebanho bubalino do país. Eles apostam nas exportações e na conquista de mercado no centro-sul

Rodrigo Vargas

Pastagens naturais que se estendem por 1,6 milhão de hectares. Infraestrutura de acesso aos mercados nacional e internacional. Experiência de quase seis décadas de adaptação às condições climáticas da Amazônia.

Detentor do segundo maior rebanho de búfalos do país, com 280 mil cabeças, o Amapá há tempos reúne condições para ocupar um lugar de destaque nesse nicho da pecuária nacional. O potencial, porém, nunca se tornou realidade.

O motivo tem nome e sobrenome: Aphtae epizooticae, a febre aftosa, doença viral que ataca animais de casco bifurcado e, no caminho, fecha portas de mercados mundo afora.

Apesar de o último caso da doença ter sido registrado em 1999, desde então, o Estado nunca alcançou condições sanitárias para sair da lista de áreas classificadas como sendo de “alto risco” pelo Ministério da Agricultura.

“Faltavam união entre os produtores e ação do poder público”, opina o produtor Jesus Pontes, cuja família chegou ao Estado há mais 60 anos e foi uma das pioneiras na criação de bubalinos. “O resultado é que sempre convivemos com restrições.”
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