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Quais os problemas desta concessão de minério de ferro no Amapá?

Ação do Ministério Público cobra mineradoras quanto a recuperação ambiental e indenização de famílias; acidente que matou seis pessoas aconteceu em março de 2013

Guilherme Eler

Em março de 2013, o desabamento no porto de embarque e desembarque de minério em Santana, cidade a 17 km de Macapá, deixou seis mortos. As vítimas eram funcionários da mineradora Anglo American, e, no momento do acidente, carregavam uma embarcação com destino à China.

À época, um laudo feito pela Politec (Perícia Oficial e de Identificação Técnica), classificou o ocorrido como fruto de negligência da empresa. Por não contar com estruturas de contenção adequadas para reforçar o solo da margem do terminal portuário, a Anglo American assumia o risco de deslizamentos, como o que causou o desmoronamento.

De acordo com os peritos, a mineradora não havia entregue, até a conclusão do laudo, cópias dos projetos das obras realizadas no porto de Santana, bem como registros que comprovassem a feitura de estudos prévios sobre a situação do solo.

Estima-se que, no momento do desabamento, havia 20 mil toneladas de minério de ferro estocadas. Segundo laudo do Instituto de Meio Ambiente e Ordenamento Territorial (Imap) as atividades da mineradora não provocaram só fadiga estrutural, mas também o uso intensivo do porto.

Veja íntegra no Nexo Jornal

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