Brasileiros precisarão de ‘minivisto’ eletrônico antes de viajar à Europa

Medida entra em vigor em 2020, visa a aumentar a segurança na Europa e vale para cidadãos de países que podem viajar ao continente sem visto consular

Carlo Cauti

Vai ser um pouco mais caro e complicado viajar para os países da União Europeia. Em breve, brasileiros interessados em visitar Roma, Paris ou Berlim serão obrigados a solicitar uma autorização de viagem on-line para ingressar no Espaço Europeu de Livre Circulação (o chamado “Espaço Schengen”) e pagar uma taxa de 5 euros (cerca de 31 reais) por pessoa.

O mecanismo, batizado de Etias (Sistema Europeu de Informação e Autorização de Viagem, na sigla em inglês), é uma tentativa de Bruxelas para aumentar a segurança no território da União Europeia contra ameaças terroristas e a imigração ilegal.

O sistema foi aprovado no fim de abril pelo Parlamento europeu e pelo Conselho europeu, que chegaram a um acordo sobre o novo sistema de informação e autorização de viagens para cidadãos de países de fora da Europa que não necessitam de vistos para viajar à União Europeia –– entre eles, Brasil, Estados Unidos, Canadá, Austrália, Japão, Nova Zelândia, Israel e Argentina.

Hoje os turistas brasileiros que querem viajar para os países da União Europeia precisam apenas apresentar um passaporte brasileiro válido na chegada ao aeroporto –– além de possivelmente responder a algumas perguntas sobre o motivo de sua viagem e comprovar que possui seguro-viagem e meios de subsistência para a estadia –– recebendo na hora um carimbo de ingresso que substitui um visto de entrada, é válido por até noventa dias e permite a livre circulação em todo o Espaço Schengen.

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