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Projeto Amapá de Cor e Cultura encerra com performances de Marabaixo

O encerramento do Projeto Amapá de Cor e Cultura foi marcado por muita música, dança, ritmo e artesanato. O evento ocorreu na última sexta-feira, 30, em frente ao Trapiche Eliezer Levy, onde seis grupos de Marabaixo fizeram suas performances.

Marabaixo Estilizado Guá, Santa Luzia do Maruanum, UDNSC, Herdeiros do Marabaixo, Campina Grande e Ancestrais se apresentaram para o público entusiasta e simpatizante da tradição afrodescendente. Cada grupo, devidamente caracterizado, tinha seus dançarinos, cantores e tocadores de tambor. As equipes eram compostas por senhoras, moças, rapazes e crianças.

 

Não havia restrição de idade, o importante é ir passando a dança de geração em geração para que o costume não fique esquecido. “Nosso grupo sempre foi parceiro da Prefeitura de Macapá, do Improir e sempre colaboramos com as apresentações”, disse Delma, da comunidade de Campina Grande, representando o Herdeiros do Marabaixo. O evento também contou com a Feira Afro Empreendedor, um mercadinho que vendeu produtos artesanais como bonecas de pano, bijuterias, animais de arame coloridos etc.

“Resolvemos fazer um conjunto de ações e todas elas foram positivas e importantes, desde a abertura do Ciclo de Marabaixo, onde recebemos uma comenda, até o I Seminário de Políticas Afirmativas, culminando com o Projeto de Lei que será protocolado na Câmara de Vereadores”, disse o diretor-presidente do Improir, Maykom Magalhães. “Também estamos distribuindo nas escolas uma cartilha sobre o Ciclo do Marabaixo, para que as crianças possam ter contato com nossa cultura”, completou.

 

Bruno Monteiro

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