Pais de autistas fazem protesto contra falta de médicos especialistas e de terapeutas na rede pública

Pais de autistas fizeram um protesto na manhã desta quinta-feira, 25, para denunciar a falta de médicos especialistas para atender pacientes autistas na rede pública de saúde. Atualmente cerca de 7 mil autistas necessitam de atendimento regular.

“Passamos por tempos difíceis e neste cenário de pandemia e pós-pandemia toda população foi afetada, mas os autistas são afetados desde seu nascimento até o final de sua vida e agora estamos sem médicos especialistas para assistir nossos autistas pela rede pública estadual no Amapá”, denunciou Susi Marques, mãe de Ana Júlia, paciente com transtorno de espectro autista.

Durante o ato, os pais expuseram a pauta de reivindicações, que inclui a contratação de 02 neurologistas, 02 neuropediatras, 02 psiquiatras e 02 psiquiatras infantis (ainda que seja realizada a contratação de empresa ou termo de cooperação técnica para atender por telemedicina, pois hoje a fila de espera ultrapassa as 1.300 pessoas precisando de consultas com especialistas).

Outro pedido é para se viabilizar terapias aos autistas com a contratação imediata de no mínimo 05 fonoaudiólogos, 05 psicólogos, 05 terapeutas ocupacionais, 05 psicopedagogos para atuarem diretamente nas terapias de todas as idades.

Segundo os pais, a ideia é ofertar atendimentos especializados e investigações do TEA a pessoas de todas as idades, visto que o autismo é uma condição para vida inteira e todos precisam ser assistidos (hoje, o Estado não realiza investigações e nem acompanhamentos aos autistas adultos).

O gabinete civil do Governador confirmou que o Estado tem feito esforços para solucionar o problema e o secretário Juan Mendes inclusive está em Brasília buscando um convênio para oferecer alguns atendimentos por Telemedicina, atendendo pedido dos pais de autistas.

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