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Agricultura irrigada pode contribuir para aumento da produção de alimentos no Brasil, diz FAO

Livro produzido pela FAO e lançado durante o Fórum Mundial da Água, em Brasília, apresenta um panorama de áreas prioritárias com potencial para o fomento da agricultura irrigada no Brasil por meio do uso adequado e sustentável das águas superficiais e subterrâneas – sem conflitos com os demais usuários –, além de definir metas e formas mais eficazes de utilização da irrigação.

A agricultura é a principal usuária dos recursos hídricos disponíveis, uma média de 70% do consumo mundial.

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e parceiros lançaram nesta terça-feira (20), durante o 8º Fórum Mundial da Água, em Brasília, o livro “Agricultura Irrigada Sustentável no Brasil: Identificação de Áreas Prioritárias”.

O lançamento ocorrei no estande da Confederação Nacional da Agricultura do Brasil (CNA), entidade apoiadora da publicação.

“Não poderia haver momento mais oportuno para lançar este livro [no Fórum Mundial da Água], já que é a água que vai ser a responsável por toda esta transformação necessária para que sejam produzidos alimentos em quantidade e qualidade para o Brasil”, afirmou o representante da FAO no Brasil, Alan Bojanic.

O estudo, produzido pela agência da ONU, apresenta um panorama de áreas prioritárias com potencial para o fomento da agricultura irrigada no Brasil por meio do uso adequado e sustentável das águas superficiais e subterrâneas – sem conflitos com os demais usuários –, além de definir metas e formas mais eficazes de utilização da irrigação.

A agricultura é a principal usuária dos recursos hídricos disponíveis, uma média de 70% do consumo mundial.

Segundo o estudo, a irrigação, se bem planejada e executada, possibilita o aumento da produção, da eficiência no uso da água, tanto em quantidade quanto em qualidade e regularidade, e da diversidade de culturas. As boas práticas podem contribuir significativamente no fomento da produção agropecuária e, consequentemente, no próprio PIB do país.

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