Projeção da População 2018: número de pessoas com 65 ou mais vai ultrapassar o total de menores de 15 anos em 2059, no Amapá

Em 2059, 228.360 pessoas, ou seja, 17,5% da população amapaense deverá ter mais de 65 anos e serão 226.870 pessoas de 0 a 14 anos (17,4%). Nesse mesmo ano, o Amapá teria 53,5 indivíduos com menos de 15 e acima dos 65 anos para cada grupo de 100 pessoas em idade de trabalhar (15 a 64 anos).

Essas são algumas das informações da revisão 2018 da Projeção de População do IBGE, que estima demograficamente os padrões de crescimento da população do país, por sexo e idade, ano a ano, até 2060.

Segundo a projeção do IBGE, em 2018, o Amapá tem 571.069 pessoas com 16 anos ou mais de idade, que seriam os eleitores potenciais. Esse contingente cresceu 17,2% em relação a 2016, quando o eleitorado efetivo foi de 487.446.

A taxa de fecundidade total para 2018 é de 2,11 filho por mulher. Em 2060, o número médio de filhos por mulher deverá reduzir para 1,80. A maior taxa de fecundidade será de Roraima (1,95), seguido por Pará, Amapá, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, todos com 1,80. As menores deverão ser no Distrito Federal (1,50) e em Goiás, Rio de Janeiro e Minas Gerais, todos com 1,55. Já a idade média em que as mulheres têm filhos é de 26,5 anos em 2018 e deverá chegar a 27,2 anos em 2060.

A revisão 2018 estendeu a Projeção da População para unidades da federação até 2060. Santa Catarina, que hoje tem a maior esperança de vida ao nascer para ambos os sexos (79,7 anos), deverá manter essa liderança até 2060, chegando aos 84,5 anos. No outro extremo, o Maranhão (71,1 anos) tem a menor esperança de vida ao nascer em 2018, condição que deverá ser ocupada pelo Piauí em 2060 (77,0 anos).

A esperança de vida ao nascer para ambos os sexos no Amapá é de 72,13 anos em 2018 e chegará a 78,03 anos em 2060.

A projeção detalha a dinâmica de crescimento da população brasileira, acompanha suas principais variáveis (fecundidade, mortalidade e migrações) e projeta o número de habitantes do Brasil e das 27 unidades da federação, ano a ano, de 2010 a 2060. Esse estudo demográfico é realizado em parceria com órgãos de planejamento de quase todos os estados brasileiros e segue as recomendações da Divisão de População das Nações Unidas.

IBGE

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