Desmatamento em Unidades de Conservação na Amazônia aumentou

O desmatamento nas Unidades de Conservação (UCs), em relação a todo o desmate na Amazônia, praticamente dobrou na última década. Em 2008, a taxa equivalia a cerca de 7% da devastação total da floresta. Em 2017, a 13%.

Os dados são de um estudo da ONG Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia).

A tendência do desmatamento em UCs desde 2012 tem sido de crescimento, seguindo o caminho contrário ao do período de 2008 a 2012.

As UCs são áreas protegidas por suas características naturais relevantes, de acordo com a lei que as rege. Segundo Paulo Barreto, um dos pesquisadores responsáveis pelo estudo, as unidades são áreas especiais, que podem ser destacadas por sua biodiversidade, por exemplo.

Essas áreas também estão associadas a proteção de recursos hídricos, promoção do desenvolvimento sustentável e proteção de recursos necessários a populações tradicionais.

“Está havendo um ataque a essas áreas e elas estão mais vulneráveis. Deveria ser o contrário”, diz Barreto. “São áreas em que a preservação deveria ser ainda mais forte.”

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