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“Robôs-vivos” foram criados a partir de células-tronco de sapos

Maria Tamanini

Pesquisadores da Universidade de Vermont e da Universidade Tufts, ambas nos EUA, desenvolveram organismos programáveis que, basicamente, consistem no 1º “robô-vivo” já criado. Batizada pela equipe de Xenobot, a tecnologia tem potencial para ser utilizada em uma vasta gama de tarefas no futuro, como transportar medicamentos pela corrente sanguínea e ajudar em diversos tratamentos ou ser lançada aos oceanos para coletar partículas de plásticos em suspensão.

Organismo programável
Segundo explicou o especialista em robótica e um dos líderes da pesquisa, Joshua Bongard, os robôs-vivos medem cerca de 1 milímetro e foram projetados por um supercomputador alimentado com um algoritmo evolutivo – que trabalhou com milhares de padrões e combinações para criar formas de vida rudimentares e as pôs à prova em uma simulação.

Depois, com base nos resultados obtidos pela máquina, os pesquisadores selecionaram os melhores candidatos e os recriaram em laboratório. Entre os exemplares, os cientistas montaram robozinhos capazes de se movimentar sozinhos e de ser programados para realizar tarefas como apanhar ou empurrar partículas e até se autorregenerar.

Mas, para construir os minúsculos “robôs-vivos”, os cientistas usaram células-tronco coletadas a partir de embriões de sapos, as incubaram e, por fim, as organizaram de maneira a criar os pequenos organismos robóticos que, de olhar nas imagens, se parecem bastante com seres vivos rudimentares

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