Gaeco e NIMP do MP-AP integram equipe de apoio durante Operação Addams

Na manhã desta segunda-feira, 21, o Ministério Público do Estado do Amapá (MP-AP), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e do Núcleo de Investigação (NIMP), integraram as equipes de apoio – com diversos Batalhões da Polícia Militar e Polícia Rodovia Federal, na deflagração da Operação Addams, da Polícia Federal, para o cumprimento de sete mandados de prisão preventiva e 13 mandados de busca e apreensão em diversos bairros de Macapá e Santana e no Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen).

A operação é resultado do trabalho conjunto do MP-AP, por meio do Gaeco e do NIMP, com a Divisão de Repressão a Entorpecentes e Facções Criminosas (DRE) da Polícia Federal e com os serviços reservados de Batalhões da PM-AP, que tem por objetivo reprimir o tráfico de drogas praticado pelas organizações criminosas, sobretudo, a repressão ao seu núcleo financeiro.

Na operação Addams, foi dado cumprimento a novo mandado de prisão preventiva em desfavor do líder e co-fundador de uma grande facção criminosa atuante no Estado do Amapá, que encontra-se preso no Iapen, cumprindo pena por sentença condenatória, transitado em julgado. No ano de 2020, ele chegou a ser beneficiado com saída temporária de sete dias e não retornou ao presídio amapaense. Apenas em 2021, foi recapturado no Estado do Mato Grosso e recambiado para o Amapá.

Ele é um dos líderes de facção que tem processo de transferência em andamento. Esse processo de transferência começou após uma guerra iniciada por essas lideranças, para aumentarem as áreas de controle de tráfico de drogas, que culminou com a morte de dezenas de criminosos de ambas as facções, mas, também, com a morte de uma criança de sete anos na Comunidade de Ambrósio, em Santana e outra, de 14 anos, no bairro Marabaixo, em Macapá.

As investigações dão conta de que, mesmo preso, o homem continua exercendo a liderança da facção criminosa e praticando diversos crimes, como o tráfico local e interestadual de drogas.

A operação foi coordenada pelos delegados de Polícia Federal Davi Sobral e João Bastos e as equipes do Gaeco e NIMP foram acompanhadas pelos promotores de Justiça Andrea Guedes de Medeiros Amanajás e Rodrigo César Viana Assis, que pontuaram como fundamentais a integração de conhecimento e o trabalho conjunto com as demais instituições para se alcançar, principalmente, as lideranças das organizações criminosas e atacar os seus núcleos financeiros.

Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Amapá

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